BRASIL E MUNDO — Abertura
O jogo do poder estatal é implacável, meus amigos. Quando a elite togada e os parasitas de Brasília decidem usar o monopólio da violência para destruir um oponente político, eles jogam uma partida arriscada. É a lógica pura da política centralizada: se você tenta matar o adversário no tapetão e falha, é você quem acaba refém da própria tirania.
A colunista Taís Oyama escancarou essa ferida em análise recente. Alexandre de Moraes e o consórcio estatal tentaram sufocar o bolsonarismo de todas as formas imagináveis. O resultado? Fracasso absoluto. Agora, o pânico tomou conta da cúpula do poder em Brasília, porque eles perceberam a roubada em que se meteram.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Voltemos na fita para enxergar o modus operandi da burocracia coercitiva. Em 2019, o aparato estatal e seus meios alinhados tentaram emplacar a narrativa surreal do porteiro do condomínio. Tentaram vincular Bolsonaro ao assassinato de Marielle Franco. Uma fraude rasteira, já que a própria Procuradoria-Geral da República, sob Raquel Dodge, já apontava Domingos Brazão como o mandante. Mas o sistema preferiu esconder o fato para tentar derreter o rival na marra.
A estratégia falhou. Veio a crise sanitária de 2020, e a classe política celebrou com entusiasmo cínico, crente de que o caos econômico destruiria o governante. Mais uma vez, o cálculo dos engenheiros sociais errou feio. Foi aí que o desespero tomou conta do leviatã em 2021. Percebendo que as narrativas habituais não bastavam, o aparato judicial resolveu ressuscitar um defunto político: descondenaram o Lula na mão grande, atropelando toda a insegurança jurídica do país.
Na eleição de 2022, o Estado colocou todo o seu peso institucional na balança para tirar o adversário a qualquer custo. Queriam liquidar no primeiro turno e não conseguiram. No segundo turno, o sistema precisou de um esforço colossal. Um dado estatístico curioso escancara essa distorção: a eleição de 2022 foi a única na história deste país em que a abstenção no segundo turno foi menor do que no primeiro turno. Um fenômeno bizarro que aponta para o uso pesado da máquina e compra de votos.
Achavam que o resultado das urnas resolveria o 'problema'. Doce ilusão do planejamento centralizado. O apoio popular continuou vivo, à revelia das vontades de gabinetes do STF e do TSE. O que o tribunal eleitoral fez em seguida? Fabricou a inelegibilidade mais veloz da história da República. Uma reunião de julho de 2022 com embaixadores virou condenação política em julho de 2023. Exatamente um ano. Um recorde de 'eficiência' burocrática dedicada exclusivamente à perseguição seletiva.
Como a cassação rápida não destruiu a força do movimento, a fábrica de acusações estatais entrou em ritmo industrial. Criaram narrativas mambembes sobre roubo de joias — onde o próprio Tribunal de Contas da União precisou admitir depois que os bens pertenciam ao ex-presidente e que não houve crime algum. Chegaram ao ridículo de acusar o homem de importunar uma baleia em alto-mar. Um verdadeiro circo burocrático financiado com o dinheiro roubado do contribuinte via impostos.
Para coroar esse teatro do absurdo, montaram a tese do 'golpe da Disney'. Um suposto golpe de Estado orquestrado à distância, oito dias APÓS a saída do poder. Pensem na estupidez desse argumento. Se alguém quisesse dar um golpe valendo-se das Forças Armadas, daria a ordem enquanto ocupava a cadeira de comandante supremo, não uma semana depois de deixar o cargo e estar fora do país.
Essa sucessão de malabarismos jurídicos expõe a fraqueza intrínseca do leviatã. O Estado é especialista em criar regras coercitivas para controlar a população, mas é incapaz de conter as forças políticas que ele mesmo provoca. Moraes e Lula perceberam tarde demais que não se mata um movimento popular com canetadas de ministros sem voto.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O tiro saiu pela culatra. Se qualquer alternativa da oposição, como Flávio Bolsonaro, avançar na disputa de 2026, os arquitetos dessa engenharia autoritária sabem exatamente o tamanho do prejuízo pessoal e político que enfrentarão. O monstro burocrático que tentaram enterrar agora ameaça devorar os próprios coveiros.
Esse é o preço inevitável de confiar na ilusão do poder central. O tribunal pode inventar regras, mas não controla a realidade. Imposto é roubo, o Estado é uma gangue e o império da caneta está em pânico. Pensem nisso.