BRASIL E MUNDO — Abertura
Sabe qual é a maior prova de que o Estado é um parasita incapaz de gerir qualquer coisa? É a facilidade inacreditável com que a máfia estatal transforma instituições e empresas em rombos bilionários que você é obrigado a pagar sob a ameaça de coerção.
Olha só os números oficiais do Banco Central: apenas entre janeiro e maio deste ano, as empresas estatais federais acumularam um déficit vergonhoso de 5,9 bilhões de reais. E se colocarmos na conta as estatais estaduais e municipais, o rombo atinge impressionantes 7,4 bilhões de reais. Isso é o pior resultado da série histórica para o período! Não é incompetência acidental, meus amigos, é método.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
A tragédia da vez atinge em cheio a Embrapa. Uma empresa estatal que já foi tratada como símbolo de excelência técnica no agronegócio virou um mero depósito de sindicalistas desocupados. O motivo para esse aparelhamento desenfreado é cristalino: quando o imposto sindical obrigatório acabou, a companheirada ficou sem a boquinha fácil para extorquir o trabalhador. E o que o governo socialista fez? Loteou a Embrapa inteira, enchendo os cargos de chefia com amiguinhos políticos e sindicalistas sem qualquer capacidade técnica.
O impacto disso a longo prazo é devastador. O profissional técnico, por definição, produz valor e não é afeito ao jogo político sujo. Quando a estatal é invadida por parasitas partidários, o técnico simplesmente vai embora ou é escanteado. Já o político loteado sabe exatamente como fazer jogadinha de apoio, fazer blindagem burocrática e se encastelar no cargo. O resultado? A empresa passa a gerar valor negativo, sangrando o pagador de impostos enquanto consome recursos escassos.
Essa é a lógica perversa do aparelhamento estatal. O político não encara a economia como uma forma de otimizar recursos, cortar custos ou servir o consumidor. O político encara a sociedade com uma única pergunta na cabeça: 'como é que eu posso roubar essa galera hoje? Como é que eu posso extorquir mais dinheiro do setor produtivo para sustentar meus afiliados?'. Eles tentam aparelhar tudo. Tiveram a cara de pau de tentar interferir até na Vale, que é uma empresa privatizada, simplesmente porque o parasita estatal não suporta ver recursos fora do seu controle direto.
E para justificar essa pilhagem, eles inventam essa ladainha patética da 'filosofia do não lucro'. A esquerda adora pregar a mentira de que lucro é algo imoral e que a estatal deve buscar uma suposta 'função social'. MENTIRA! Lucro não é ganância, lucro é o único indicador no mercado livre de que você está atendendo a uma necessidade real das pessoas de forma eficiente. Não existe função social genuína que não gere valor. Quando você opera com lucro voluntário, significa que entregou aos consumidores algo mais valioso do que os recursos que utilizou.
Quando uma estatal opera no prejuízo, como ocorre agora, significa apenas uma coisa: destruição deliberada de riqueza. Você é assaltado via imposto para cobrir a incompetência de militante partidário. Foi essa exata filosofia do 'não lucro' que destruiu os Correios. Os Correios davam lucro no governo anterior porque houve uma limpeza parcial da companheirada. Bastou o PT voltar ao poder para a empresa afundar no vermelho. Até a Petrobras, que atua em um mercado monopolista de petróleo onde é preciso um esforço descomunal para dar prejuízo, é prejudicada por essa insanidade burocrática.
Mas existe um lado positivo em todo esse desastre, e é aqui que o mercado livre mostra a sua força imbatível. Enquanto o Estado destrói a Embrapa e a transforma em um cadáver burocrático inútil, a iniciativa privada responde com inovação e descentralização. Estamos vendo o surgimento acelerado de milhares de agritechs pelo Brasil. O vácuo deixado pela ineficiência da estatal está sendo preenchido por startups privadas e soluções de mercado que não dependem de um único centavo de dinheiro roubado do povo.
As agritechs mostram que o setor agrícola não precisa da tutela de Brasília para prosperar. O mercado livre descobre as demandas reais dos produtores, investe capital privado com responsabilidade individual, assume os riscos e entrega tecnologia de ponta com eficiência. O burocrata estatal carimba papel e consome orçamento; o empreendedor privado resolve problemas e cria riqueza. A Embrapa caminha a passos largos para a irrelevância total, e isso é excelente, porque comprova que a livre concorrência sempre vence o planejamento centralizado.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
A lição que fica desse descalabro é límpida: não existe estatal eficiente, existe apenas estatal que ainda não foi totalmente devorada pelos parasitas da vez. Esperar que o governo administre algo com responsabilidade é o mesmo que entregar sua carteira para um assaltante e esperar que ele invista o seu dinheiro com sabedoria.
A solução nunca será 'reformar' ou 'gestionar melhor' a máquina estatal. A única solução ética e econômica é a privatização total, a desregulamentação radical e o fim da coerção tributária. Lembre-se sempre: imposto é roubo, o Estado é uma gangue e a liberdade de mercado é o único caminho para a prosperidade. Defenda o mercado livre e repudie o parasita estatal. Até a próxima!