BRASIL E MUNDO — Abertura

Sabe qual é a mais nova pérola da nossa gloriosa e moralmente falida elite estatal? O chefe do executivo, o próprio Lula, veio a público com a cara mais lavada do mundo para defender seu assessor pego em um flagrante vergonhoso de propina. A frase antológica do nosso querido presidente para passar pano no esquema foi: 'quem nunca pegou um empréstimo com amigo e depois fingiu que devolveu?'.

É inacreditável. Uma lobista paga quase duzentos e cinquenta mil reais em faturas do sujeito, e quando a Polícia Federal descobre o podre, ocorre um milagre jurídico-narrativo: a propina vira instantaneamente um 'empréstimo camarada'. É a cara de pau do Estado brasileiro exposta sem qualquer pudor para quem quiser ver.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos reestabelecer os fatos e desmontar essa palhaçada que a imprensa oficial tenta blindar. A grande mídia passa o dia tentando engolir a tese de que foi apenas uma 'troca de favores financeiros entre amigos'. Mentira! Empréstimo no mundo real tem contrato assinado, tem prazo determinado para devolução, tem cobrança de taxa de juros e é realizado por instituições financeiras autorizadas. Ninguém sai mandando código de barras de boleto pessoal no valor total de duzentos e quarenta e nove mil reais para uma lobista pagar em troca de pura simpatia.

E quem era essa 'amiga tão generosa'? Não era uma colega de infância dividindo a conta da pizza no iFood. Era uma lobista profissional buscando abertamente facilidades e trânsito livre nos corredores do Ministério da Saúde. Mais do que isso: a imprensa revelou que ela é amiga íntima do Lulinha, o filho do presidente! Ou seja, o esquema escancara a essência do balcão de negócios estatal, onde traficantes de influência irrigam o bolso de burocratas para abocanhar uma fatia gorda dos recursos públicos.

Reparem no absurdo da situação: o assessor envolvido no escândalo ostenta um salário mensal pago pelo pagador de impostos na casa dos quarenta e seis mil reais! Com um contracheque desse tamanho, qualquer banco comercial ou corretora de crédito liberaria duzentos e cinquenta mil reais em minutos, de forma legal e transparente. Por que cargas d'água um alto funcionário do governo precisaria recorrer a uma lobista de Brasília para quitar faturas pessoais gigantescas?

A resposta é cristalina para qualquer indivíduo que não teve o cérebro corroído pela propaganda estatal: aquilo não era empréstimo, era propina pura e simples! O sujeito só falou em 'devolver o dinheiro' no exato momento em que a operação policial bateu à sua porta e o escândalo vazou. Se a polícia não tivesse flagrado a maracutaia, o dinheiro continuaria no bolso dele e o acesso privilegiado da lobista aos cofres públicos continuaria garantido. Chamar devolução tardia pós-flagrante de 'empréstimo' é um insulto à inteligência do cidadão.

E a piada fica ainda melhor quando observamos a reação do próprio presidente. Os jornais tentaram emplacar a narrativa de que Lula ficou chocado, inconformado e profundamente envergonhado ao saber do caso. Mas bastou o presidente colocar as mãos em um microfone para desmentir toda a sua equipe de relações públicas: defendeu abertamente o aliado, banalizando a corrupção ao perguntar quem nunca pegou duzentos e cinquenta mil reais com uma amiga. Isso prova que, sem o aparato midiático para proteger e mastigar seus discursos, Lula é incapaz de esconder como a elite política enxerga a coisa pública.

A verdade nua e crua é que para esses parasitas estatais, gastar dinheiro de grupos de interesse para quitar despesas pessoais é o procedimento padrão. Eles não enxergam a gravidade porque vivem encastelados em um sistema sustentado pelo roubo institucionalizado via impostos. Quando um esquema é descoberto, a ordem é inventar uma desculpa esfarrapada, contar com a cumplicidade do aparato estatal e fingir que nada aconteceu.

A pergunta crucial que fica no ar, e que precisa ser investigada a fundo sem ingerência política, é a seguinte: se essa lobista quitou duzentos e quarenta e nove mil reais em contas pessoais desse assessor, quantas outras faturas de figurões do governo ou do próprio Lula não foram pagas pelos mesmos grupos de interesse? Afinal, em uma estrutura corrupta e centralizada como o Estado brasileiro, a propina jamais fica restrita ao escalão inferior.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

O Estado é exatamente isso: o monopólio da violência e da coerção focado em extrair recursos da população produtiva para alimentar uma casta de burocratas e lobistas cumpadrios. Eles tomam o seu dinheiro suado através de impostos extorsivos, distribuem privilégios para os amigos do rei e, quando o podre vaza, riem da sua cara chamando propina de 'empréstimo entre amigos'.

Não se deixe enganar pelo teatro de Brasília. Não existe governo virtuoso ou burocrata bem-intencionado; existe apenas o mercado livre gerando riqueza e o Estado parasitando a sociedade. Pense nisso, questione essa máfia estatal e exija o fim dessa espoliação diária. Um abraço e até a próxima!