BRASIL E MUNDO — Abertura
A burocracia estatal e a velha imprensa adoram arrumar um bode expiatório para justificar por que o cidadão comum não engole mais a narrativa oficial de Brasília. Saiu uma pesquisa da AtlasIntel sobre o peso dos influenciadores digitais na eleição de 2026, e o resultado escancara uma contradição hilária do comportamento humano.
Para 88% dos entrevistados, os influenciadores vão determinar ou ter algum peso no voto dos brasileiros. Só que, quando perguntados sobre a própria vida, 72% garantem que nunca mudaram de opinião política por causa de conteúdo de internet. Ou seja: o eleitor médio acha que todo mundo é um bovino manipulável, menos ele.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
É a clássica arrogância do indivíduo que se julga uma flor especial no jardim da humanidade. O sujeito olha em volta e pensa: 'Eu sou esperto, sou imune a discursos, mas o meu vizinho é um alienado que segue qualquer influencer'. Essa paranoia acerta em cheio os gabinetes de poder. Políticos como o Lula vivem obcecados achando que precisam contratar um exército de influenciadores para fazer propaganda estatal e neutralizar o tal 'gabinete do ódio'.
Eles queimam recursos roubados da população em campanhas de marketing porque realmente acreditam que a internet funciona como a velha centralização da informação. Vamos olhar os números frios da AtlasIntel: 44,6% dizem que os influencers têm alguma influência, 26,8% acham que têm muita, 9,1% pouca e apenas 9,1% acham que não têm nenhuma.
O establishment pega esse bolo de 88% e usa como munição para defender o controle da rede. Afinal, para o parasita estatal, se a informação circula sem carimbo burocrático, isso representa um perigo iminente para o seu monopólio de narrativa.
Mas qual é a real transformação que a internet trouxe? Não é que o eleitor virou uma marionete nas mãos de criadores de conteúdo. O fator determinante foi a destruição do monopólio da informação que a imprensa tradicional mantinha. No passado, você tinha um pequeno cartel de veículos — Rede Globo, Folha de S meão, Estadão — operando em um único sentido: exaltando o Estado, pregando coletivismo e demonizando a livre iniciativa.
Ali sim existia uma lavagem cerebral eficiente, porque a informação era totalmente centralizada e não havia contraponto. Na internet, o jogo muda por causa do mercado livre de ideias. Suponha que eu apresente os argumentos mais irrefutáveis sobre soberania individual e anarcocapitalismo. Isso não garante controle automático sobre ninguém, porque há milhares de outros produtores de conteúdo falando sobre assuntos totalmente diferentes e levando a audiência para outros caminhos.
O que prevalece, no fim do dia, é a descentralização e a troca direta entre os indivíduos. A esquerda chora dizendo que o algoritmo favorece discursos de direita, mas a verdade é simples: o público rejeita o estatismo quando tem a opção de ouvir o outro lado. A internet não criou superpoderes para os criadores de conteúdo; ela apenas retirou da elite política a capacidade de guiar o gado no cabresto.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Portanto, não caia no papo dos reguladores que querem controlar a rede sob o pretexto de 'proteger a democracia'. A responsabilidade pelo seu voto e pela sua vida é exclusivamente sua, e nenhum decreto estatal vai mudar o fato de que a descentralização veio para ficar.
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