BRASIL E MUNDO — Abertura

A imprensa tradicional finalmente começou a dar o braço a torcer e admitir o que qualquer pessoa com dois neurônios funcionais já sabia: a gestão estatal da pandemia foi um fiasco autoritário completamente desprovido de base científica.

Bastou a revelação dos diários do Anthony Fauci nos Estados Unidos e a constatação de que o burocrata pode ir para a cadeia por desacato ao Senado americano para os jornalistas do consórcio começarem a mudar o tom da narrativa.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

No Brasil, colunistas de grandes veículos como O Globo e UOL agora publicam artigos admitindo que os chamados 'negacionistas' não estavam tão errados assim. Jornalistas como José Fux e Pablo Ortellado reconhecem que faltou persuasão e que decisões arbitrárias foram tomadas sem qualquer embasamento na ciência. Que grande descoberta! O aparato estatal preferiu usar a coerção bruta, a força do monopólio da violência e a imposição de regras idiotas em vez de respeitar a liberdade individual das pessoas e tentar o convencimento.

Lembrem-se das regras absurdas que foram impostas pelas canetadas desses burocratas. O doutor Fauci nos Estados Unidos — a versão americana do nosso ex-ministro Mandetta — inventava diretrizes saídas do absoluto nada. Exigiam seis metros de distância entre as pessoas na fila de embarque do aeroporto. A pessoa ficava vinte minutos na fila mantendo distância porque supostamente o vírus atacava ali. Logo em seguida, todo mundo entrava no avião e sentava espremido lado a lado, a poucos centímetros de distância, por três ou quatro horas seguidas. Não precisa ser nenhum gênio da medicina para ver que isso é uma idiotice sem tamanho.

E qual foi o resultado dessa sanha regulatória e autoritária dos governos? Uma crise brutal de confiança na própria classe médica e na ciência. Quando o burocrata estatal usa a força policial para obrigar o cidadão a cumprir ordens mambembe sem qualquer estudo que as comprove, ele destrói a credibilidade das instituições. A política do 'fica em casa' nunca teve embasamento científico algum. Não existia um estudo sequer que justificasse fechar comércios e trancar pessoas de forma coercitiva. Mas a emergência serviu de pretexto perfeito para os políticos inflarem seus poderes.

A atitude correta diante da incerteza foi demonstrada pela Suécia. O responsável pela saúde sueca foi direto: se você não tem embasamento científico para tomar uma medida coercitiva, a melhor decisão é não tomar medida nenhuma. O Estado não deve intervir na vida das pessoas nem trancar ninguém. A função do governo não é impor mandatos, mas sim orientar a população enquanto cientistas e o livre mercado trabalham no desenvolvimento de pesquisas, remédios e vacinas. Mas o apetite socialista por gastar dinheiro do pagador de impostos e tentar provar que o aparato estatal serve para alguma coisa falou mais alto no resto do mundo. Spoiler: o Estado não serve para nada, a não ser encher o saco e roubar as pessoas via impostos.

Agora o todo-poderoso burocrata da saúde americana está colhendo o que plantou. O senador americano Rand Paul enquadrou o doutor Fauci no Senado, revelando que ele mantinha diários onde registrava suas decisões arbitrárias. Por ter recusado prestar esclarecimentos e ficado calado no depoimento, Fauci foi declarado em desacato e pode pegar até um ano de cadeia. É um desfecho bem feito e extremamente pedagógico para quem usou a máquina pública para destruir a economia, restringir a circulação e massacrar a liberdade individual sob o falso pretexto de virtude.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

A lição que fica de todo esse circo pandêmico é clara: o Estado nunca esteve preocupado com a sua saúde, mas sim em demonstrar controle e gastar rios do seu dinheiro impostado.

Nunca entregue sua liberdade a burocratas de estimação nem aceite imposições absurdas sob o pretexto de emergência. Questionem sempre o monopólio da violência e exijam o respeito à responsabilidade individual.