BRASIL E MUNDO — Abertura

A máquina estatal brasileira não cansa de passar vergonha internacional gastando fortunas extorquidas do seu bolso. A Advocacia Geral da União correu desesperada até um tribunal da Flórida para pedir mais tempo e enrolar na ação movida pela Rumble e pela Trump Media contra o iluminado Alexandre de Moraes.

A desculpa burocrática da vez? Inventar que a plataforma de vídeos mudou a tese do processo. Mas a verdade nua e crua é que o Estado parasita percebeu que vai tomar uma tunda na justiça americana e agora apela para manobras protelatórias baratas pagas com o imposto roubado do pagador de impostos brasileiro.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

O governo brasileiro contratou um dos escritórios de advocacia mais caros dos Estados Unidos para defender a honra e o ego ferido de um burocrata não eleito. A justificativa oficial da AGU na petição é patética: eles afirmam que as empresas mudaram de estratégia ao sustentar que o processo é contra a pessoa física de Moraes, e não contra o Estado brasileiro. E adivinhem? Isso é uma mentira descarada da burocracia estatal para tentar ganhar tempo.

A ação da Rumble e da Trump Media SEMPRE foi contra o CPF do Alexandre de Moraes. Desde o primeiro dia, a petição inicial deixou cristalino que um burocrata de Brasília não pode se esconder atrás da máquina estatal quando comete abusos individuais grotescos. Moraes mandou e-mails diretos exigindo censura, bloqueio de contas e entrega de dados de cidadãos em solo americano, ignorando completamente qualquer protocolo legal ou diplomático.

O Estado brasileiro é signatário de convenções internacionais e exige o uso de cartas rogatórias para qualquer notificação fora do país. Mas Moraes simplesmente cagou para isso. Na cabeça megalomaníaca e arrogante desse tiranete de toga, ele pode simplesmente enviar e-mails ditando ordens autoritárias para plataformas sediadas nos Estados Unidos, achando que o monopólio da violência que ele exerce no Brasil tem alcance planetário.

Quando um indivíduo desrespeita as próprias leis e tratados do país para perseguir opositores no exterior, ele não está agindo em nome do Estado. Ele está agindo em interesse próprio. Por isso o processo foi direcionado contra o CPF do ministro. E é por essa mesma razão que a burocracia tentou fazer o STJ no Brasil negar a citação, num malabarismo jurídico absurdo para tentar blindar o ditador de estimação.

Agora a AGU tenta desesperadamente invocar a chamada imunidade soberana. Essa é a metáfora perfeita da tirania estatal: burocratas criando regras jurídicas para garantir que a classe política e judicial fique totalmente imune às consequências de seus atos destruidores. O argumento da AGU é que, como o ato foi praticado no exercício do cargo, quem deve responder e pagar a conta é o Estado brasileiro.

Entenderam a perversidade dos incentivos estatais? O burocrata comete o abuso, viola a liberdade individual alheia, rasga acordos internacionais e, quando a conta chega, ele transfere a responsabilidade para você, o pagador de impostos. É o seu dinheiro confiscado via tributação que financia advogados milionários na Flórida para garantir que um parasita estatal continue agindo acima da lei.

Só que na justiça americana a lógica da propriedade privada e da liberdade de expressão ainda tem algum valor. A Rumble e a Trump Media mantiveram a acusação direta contra o indivíduo Moraes porque sabem que, no mérito, a atuação ilegal dele é indefensável. O pânico nos corredores de Brasília é explícito: se um burocrata for responsabilizado pessoalmente em solo americano, rui todo o castelo de cartas da impunidade estatal.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

O Estado é exatamente isso: coerção, privilégios corporativistas e proteção total para os tiranos do regime. Enquanto o governo gasta rios de dinheiro roubado para proteger os caprichos de um único homem, o livre mercado e as plataformas descentralizadas provam que a liberdade individual é a única força capaz de impor limites ao poder absoluto.

A lição que fica é clara: o monopólio da violência odeia quem não se curva à sua arbitrariedade. Imposto é roubo, o Estado é uma gangue e a tirania judiciária treme quando encontra pela frente o direito de propriedade. Pensem nisso, deixem o seu like e até a próxima.