BRASIL E MUNDO — Abertura

A esquerda nova-iorquina comemorou em peso quando elegeu um socialista radical como o Mamdani. Acharam ter encontrado o modelo perfeito de populismo para iludir as massas. Só que o livre mercado e a realidade econômica não perdoam a arrogância estatal por muito tempo.

Bastaram poucas canetadas autoritárias para a máscara cair. Hoje, a aprovação do sujeito despenca no abismo e até mesmo a elite aristocrática de esquerda, que financiou e defendeu o tirano, está em fúria contra o próprio monstro que ajudou a criar.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

O motivo do surto entre os socialistas de caviar é a criação da Pied-à-Terre Tax. A prefeitura resolveu meter a mão grande no bolso de quem possui uma segunda propriedade em Nova York avaliada em mais de 5 milhões de dólares. Para quem entende o mínimo do mercado imobiliário de Manhattan, 5 milhões de dólares não compram uma mansão nababesca de cinema. Um apartamento ajeitado de quatro quartos custa isso facilmente por lá, onde um simples quarto e sala já bate na casa dos 3 milhões sem qualquer esforço.

Mas o parasitismo estatal nunca vem desacompanhado do autoritarismo. Para operacionalizar a cobrança dessa extorsão, a prefeitura simplesmente publicou uma planilha pública — um verdadeiro doxing oficial bancado pelo Estado. A burocracia jogou na internet uma lista contendo nomes completos, endereços residenciais, valores de imóveis e dados privados de todos os proprietários alcançados pela medida.

Adivinha quem caiu na malha fina do próprio aparato coercitivo? A própria elite socialista local. Figuras conhecidas, como o podcaster Scott Galloway, surtaram publicamente ao verem seus endereços e dados pessoais escancarados no site da prefeitura. A planilha traz donos individuais, empresas no formato LLC, investidores estrangeiros com sobrenomes italianos, chineses e até brasileiros. Essa turma adora pregar redistribuição de renda e justiça social, até ver a perda de privacidade e a pilhagem estatal baterem na porta da própria residência.

Só que o delírio estatista não se limita a roubar os ricos e violar a privacidade alheia. A sanha regulatória do Mamdani atingiu em cheio a população mais pobre com os seus grotescos mercados populares estatais. O resultado é a cópia exata de qualquer experiência socialista da história humanitária: prateleiras desabastecidas, pouquíssima variedade e uma atmosfera decadente típica do comunismo soviético.

A eficiência estatal é tão pífia que os preços praticados nesses mercados da prefeitura são praticamente os mesmos do comércio livre ao redor. A diferença se resume a meros centavos. E para evitar que o público em geral consuma os produtos e estoure de vez o orçamento falido do município com subsídios, o governo exige a apresentação de documento de identificação com foto logo na entrada do estabelecimento.

Reparem na hipocrisia nojenta do funcionalismo público: quando se trata do processo eleitoral para perpetuar burocratas no poder, a esquerda grita que exigir documento de identidade do eleitor é uma violação absurda. Mas quando o cidadão precisa comprar comida num mercado estatal fajuto, a burocracia exige a carteira de identidade na porta para controlar quem entra. É o monopólio da violência ditando até como você compra o seu sustento.

Como consequência natural dessas ideias estapafúrdias, o prefeito colhe o ódio generalizado da população. O sujeito acabou recebido sob vaias ensurdecedoras em um evento público recente em Staten Island. Até os democratas tradicionais já entram em pânico eleitoral, percebendo que a radicalização socialista queima a imagem do grupo e destrói alianças políticas para os próximos pleitos — um fenômeno de desgaste idêntico ao que vimos com governos populistas e corruptos no Brasil.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

A lição que fica de Nova York é matemática: intervenção estatal gera escassez, cobrança de impostos gera tirania e a burocracia sempre avança sobre as suas liberdades individuais. Não existe caridade com o dinheiro alheio expropriado via canetada.

Lembre-se sempre: imposto é roubo, o Estado é uma gangue e a única saída viável é a descentralização e o livre mercado. Se você recusa a servidão estatal, se inscreva no canal e deixe seu like. Até a próxima!