BRASIL E MUNDO — Abertura
O Estado brasileiro nunca cansa de mostrar suas garras coercitivas. Quando o bufão que ocupa o poder percebe que vai perder o controle do império, a máquina pública aciona imediatamente o modo desespero. E o que a quadrilha estatal faz? Junta a sede de poder com as piores práticas de controle social do planeta. O Planalto agora se abraça abertamente com a tirania russa enquanto instrumentaliza as forças policiais para monitorar cidadãos estrangeiros em solo nacional.
Se você ainda acredita na historinha de que o governo serve para proteger o cidadão, acorde para a realidade. O monopólio da violência existe por uma única razão: perpetuar os parasitas no topo da pirâmide e esmagar a liberdade individual a qualquer custo.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Olha a gravidade da denúncia trazida pelo jornalista Ricardo Roveran. Fontes sigilosas do próprio governo revelaram que a Polícia Federal recebeu ordens diretas para mapear e rastrear absolutamente todos os americanos que estão no Brasil. A finalidade oficial? Nenhuma, é claro. Afinal, a burocracia estatal nem se dá ao trabalho de dar satisfações à população quando decide agir como uma polícia secreta. O aparato do Estado, mantido com o dinheiro roubado da população via imposto, está sendo usado abertamente para criar uma lista de alvos estrangeiros.
E para coroar essa palhaçada autoritária, Lula recebeu recentemente com todas as honras Nikolai Patrushev, o braço direito de Vladimir Putin. Quem é esse sujeito? Trata-se de um ex-espião da KGB, ex-diretor da FSB, indiciado pela Inglaterra pelo envenenamento de um dissidente russo com polônio e peça-chave nas invasões da Crimeia e da Ucrânia. É um criminoso de guerra com carimbo burocrático, responsável direto pela formação de ninhos de espionagem ao redor do mundo. É essa a figura que o governo brasileiro escolheu para discutir segurança pública.
Qual é o objetivo real por trás desse movimento desesperado? É puramente estratégico e sórdido. A Rússia tem um histórico bem conhecido de prender americanos sob pretextos banais — como o caso daquela jogadora de basquete presa em Moscou por causa de um vaporizador — para depois usar esses indivíduos como moeda de troca na libertação de espiões e criminosos russos retidos no Ocidente. Lula sabe que sua aprovação está derretendo e que as chances de sofrer uma derrota acachapante nas urnas são altíssimas. Quando o estatista percebe que vai perder o jogo democrático, ele recorre ao caos.
Ao rastrear cidadãos americanos, o governo abre portas para provocar um incidente diplomático gigantesco ou preparar uma operação de bandeira falsa, a famosa false flag. A narrativa já está sendo desenhada: criar um atrito fictício, acusar os Estados Unidos e a administração Trump de ingerência nas eleições brasileiras e, com base nessa mentira fabricada, tentar melar o processo eleitoral ou justificar medidas de exceção. É o manual clássico de ditaduras moribundas que se recusam a largar a teta do Estado.
A sorte do indivíduo pagador de impostos é que o regime russo hoje é uma carcaça combalida. Se em 2017 a Rússia conseguiu enviar mercenários do Grupo Wagner para blindar a ditadura de Maduro na Venezuela, hoje o cenário geopolítico é muito diferente. A heróica resistência na Ucrânia moeu os recursos militares e financeiros de Moscou, deixando o império de Putin sem capacidade operacional para enviar tropas ou grandes recursos para salvar seus fantoches na América Latina. O Brasil acabou ficando como o último reduto relevante da influência russa na região, já que o restante do continente rejeitou o modelo esquerdista.
No entanto, mesmo enfraquecida militarmente, a máquina de propaganda e espionagem de Moscou continua extremamente perigosa no campo das narrativas e das trapaças institucionais. E ver a Polícia Federal se prestando ao papel de linha de frente para esse tipo de maquinação geopolítica demonstra o nível de degradação das nossas chamadas instituições. Nenhuma agência estatal é neutra; todas servem ao chefe do momento para garantir a manutenção da coerção.
Se você é um cidadão americano atualmente no Brasil, o recado é cristalino: o Estado brasileiro não enxerga você como um indivíduo com direitos inalienáveis, mas sim como uma bucha de canhão utilizável na geopolítica do desespero. O parasitismo estatal ignora a moralidade e a liberdade no instante em que o poder dos governantes entra em risco.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Isso é o Estado em sua essência mais pura: uma máfia com bandeira que usa o monopólio da força para proteger seus próprios interesses oligárquicos, custeada pelo confisco do seu trabalho. Não confie em políticos, não confie na burocracia e busque a descentralização como única saída.
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