BRASIL E MUNDO — Abertura
Sabe aquela historinha de que o Estado existe para proteger a sua saúde? Pois é. O castelo de cartas dos burocratas iluminados da pandemia continua desmoronando lá nos Estados Unidos. David Morens, o principal e antigo auxiliar do todo-poderoso Anthony Fauci, se declarou oficialmente culpado num tribunal federal por conspirar para ocultar registros públicos sobre a pandemia de COVID-19.
O sujeito admitiu diante da justiça americana que operava um esquema deliberado para apagar rastros e esconder informações cruciais do público, da imprensa e dos pagadores de impostos.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
O assistente do Fauci confessou que instruía abertamente seus colegas a não enviarem e-mails oficiais do governo e a evitarem mensagens de texto no celular. E o motivo era puramente sórdido: evitar que esses registros fossem obtidos via FOIA, a lei de acesso à informação nos Estados Unidos. A ordem expressa no gabinete era usar contas pessoais do Gmail e resolver assuntos sensíveis por ligações telefônicas fechadas. Isso não é falha técnica ou desorganização burocrática, meus amigos; isso é conspiração explícita para sonegar a verdade.
E por que todo esse malabarismo criminoso? Porque eles precisavam esconder a todo custo o envolvimento direto do órgão do Fauci no financiamento de pesquisas de ganho de função no laboratório de Wuhan, na China. Estamos falando de dinheiro arrancado à força do contribuinte americano sendo enviado para financiar experimentos biológicos perigosíssimos, conduzidos em instalações com nível de biossegurança dois, absolutamente inadequadas para manipular vírus desse porte.
Quando a bomba estoura, a prioridade do aparato estatal nunca é a transparência ou a vida do cidadão; é salvar a própria pele. A burocracia usou recursos públicos para financiar um experimento temerário e, quando a tragédia se consolidou, os envolvidos passaram a usar a estrutura governamental para apagar as provas e manipular a narrativa global.
Isso expõe a lógica perversa do monopólio estatal e a sua ausência total de responsabilidade. No livre mercado, se uma instituição privada financia uma atividade de altíssimo risco e gera um dano imensurável, ela é sumariamente falida, processada e os responsáveis perdem seu patrimônio. No Estado, ocorre exatamente o oposto: os burocratas mantêm salários astronômicos cobrados via impostos e utilizam o poder da máquina pública para esconder seus crimes.
Veja a diferença gritante. Lá fora, os e-mails vazaram, a prova se tornou avassaladora e o sujeito foi forçado a se declarar culpado na justiça para tentar reduzir o tempo de cadeia. Enquanto isso, no Brasil, prefeitos e governadores usaram o monopólio da violência para impor isolamentos, fechar comércios, paralisarem escolas e destruírem a vida de milhões de pagadores de impostos sem prestar conta de absolutamente nada.
A confissão do auxiliar do Fauci desmonta a farsa da ilibada 'ciência estatal'. O que existiu foi política burocrática, truculência e ocultação de dados. Eles sabiam do risco dos experimentos em Wuhan e das falhas no laboratório, mas preferiram mentir para a população e impor restrições absurdas que não ajudaram em nada e só arrebentaram a economia.
Esse burocrata só aceitou o acordo de culpa porque sabia que seria condenado de qualquer jeito diante da quantidade de e-mails comprometedores que vieram à tona. Não existe arrependimento moral em burocrata estatal; existe apenas o pavor de sofrer as consequências do próprio arbítrio quando o esquema é desmascarado.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
A lição que fica desse escândalo é cristalina: nunca confie na benevolência do Estado, nunca entregue sua liberdade individual a burocratas e jamais acredite que governos agem pelo seu bem-estar.
Da próxima vez que um burocrata armado exigir que você feche seu negócio 'pela sua segurança', lembre-se de quem financiou as pesquisas e conspirou em segredo para esconder os fatos. O Estado não protege a sua vida; ele protege a si mesmo.