BRASIL E MUNDO — Abertura
O teatro da imprensa chapa-branca ruiu de vez. A narrativa estatal simplesmente não segura mais o tranco quando a podridão do sistema transborda pelas beiradas do palácio.
Os panfletários de sempre agora choram e gritam que vivemos um novo 'clima de Lava-Jato'. Mas eles esperavam o quê ao reativar esse verdadeiro zumbi político e devolver a ele a chave do cofre público? O problema é que o esquema de roubo e pilhagem voltou exatamente igual.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
A imprensa esquerdista está completamente atordoada. O influenciador Luís Nacif e o pessoal do site Fórum entraram em parafuso total porque os grandes jornais voltaram a atacar o governo Lula. O motivo do surto é simples: a mídia corporativa voltou a expor as feridas da companheirismo. Mas qual é a surpresa aqui? O erro foi ressuscitar um cadáver político e achar que o resultado seria diferente. O povo brasileiro não tolera corrupção, e quando colocam o mesmo grupo no poder, a engrenagem da pilhagem estatal recomeça imediatamente. Lógico que o pessoal iria reclamar.
A reação da bolha governista é hilária e desesperada. Em vez de encarar os fatos, eles acusam a TV Globo e os grandes jornais de conspirarem contra o governo. Reclamam até que o Jornal Nacional escalou o jornalista Vladimir Neto, autor de livro sobre o Sergio Moro, para cobrir os escândalos atuais. Chegam ao absurdo de dizer que a Globo quer eleger a oposição. A mesma Globo que passa o dia inteiro atacando o bolsonarismo! Essa paranoia expõe o pânico dos defensores do estamento burocrático quando a narrativa oficial começa a desmoronar.
E qual é a solução mágica da patota esquerdista sempre que o cerco fecha? Voltar a pedir o tal do 'controle social da mídia'. É o sonho atávico de todo burocrata autoritário: impor censura nos jornais para impedir que o povo critique o governante. Quando a verdade incomoda o rei, a primeira reação da máquina estatal é calar a boca de quem relata os fatos. Querem blindar o governo a qualquer custo para manter intacto o monopólio da coerção e da violência.
E o malabarismo retórico para apagar o passado chega a ser vergonhoso. O Nacif chora em seus artigos dizendo que nunca apareceu um mísero documento comprovando que a chácara de Atibaia pertencia ao Lula. Pouco importa a papelada de cartório! Tinha foto do sujeito para todo lado, acervo pessoal transferido para o local e até pedalinho no lago com o nome dos netos do ex-presidente. Querem que a gente acredite que um político precisa de escritura oficial para usufruir de bens bancados por favores estatais. O indivíduo pagador de impostos percebe a farsa.
Agora a história se repete com a escalada da crise do Lulinha e do Marcola, o secretário pessoal do Lula. Até o jornal Estado de Minas, em uma matéria mais realista, reconhece que a campanha governista se vê de mãos atadas. Temos mensagens de WhatsApp gravadas onde o filho do presidente se identificava literalmente como 'traço Lula', agindo como verdadeiro porta-voz do pai. E no centro desse esquema, temos uma fatura de cartão de crédito no valor de R$ 53 mil no nome do Marcola, devidamente quitada pela empresária Roberta Luchsinger.
Analise a situação sob a ótica da realidade: de onde sai tanto dinheiro? Um trabalhador comum, esmagado por impostos e pela burocracia, não tem uma fatura de R$ 53 mil no cartão. Fatura de R$ 53 mil é coisa de gente rica e poderosa. E quem bancava as contas de assessores e parentes? Uma empresária quitando boletos astronômicos de assessores do governo sem pedir nada em troca? No livre mercado, ninguém dá almoço grátis. No Estado, despesas milionárias pagas por terceiros são o combustível da troca de favores e do tráfico de influência.
Junte a isso o papel do STF, que vive saindo do trilho constitucional para fazer lambanças e proteger o esquema centralizador de Brasília. A população percebe claramente que o Supremo perdeu os limites e que o sistema judiciário estatal precisa ser freado. O povo não é bobo. As pessoas enxergam que a máquina pública serve apenas para espoliar quem produz e enriquecer os parasitas do poder. A resposta para esse quebra-cabeça é óbvia desde o início: a intervenção estatal e a corrupção caminham de mãos dadas.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O governo está de mãos atadas porque não há retórica que consiga esconder o abismo de privilégios e favorecimentos mantidos com o dinheiro roubado do pagador de impostos. O imposto é roubo e o Estado é uma gangue que sempre protege seus membros até que o escândalo fique insustentável.
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