BRASIL E MUNDO — Abertura

O crime estatal nunca descansa, meus amigos. E quando a água bate no pescoço do circo político, os ratos são os primeiros a correr atrás de um acordo de delação premiada para salvar a própria pele. O ex-sócio do falido Banco Master e ex-controlador do Banco Pleno, Augusto Lima, trocou sua equipe de defesa e deu todos os sinais de que vai abrir a boca para a Polícia Federal. O resultado? Um calafrio gelado percorreu a espinha dorsal de toda a cúpula do Partido dos Trabalhadores.

Afinal de contas, quando quem operava as engrenagens financeiras do esquema resolve cantar, a máscara da suposta virtude estatal cai de forma devastadora.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Para vocês entenderem o tamanho do estrago: o esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro e Augusto Lima, tentou criar uma manobra separando as operações do Banco Pleno na tentativa de isolar o desastre. Só que a matemática da corrupção é implacável: o rombo foi tão colossal que o Banco Pleno faliu do mesmo jeito. Hoje, Augusto Lima responde por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. Vendo o xadrez se aproximando, ele dispensou seus advogados antigos — um movimento clássico de quem prepara o terreno para delatar todo mundo.

E por que a turma de Brasília está em pavor absoluto? Porque a Polícia Federal já catalogou pelo menos 74 ligações telefônicas diretas entre Augusto Lima e Jaques Wagner, nada menos que o ex-líder do governo Lula no Senado. E a investigação deixa claro que isso é só a ponta de um iceberg imenso que envolve todo o alto escalão do PT baiano e a estrutura do governo central.

E por falar no nobre senador Jaques Wagner, vale destacar um detalhe impressionante: o patrimônio desse cacique petista simplesmente explodiu 600% desde 2018. Ele multiplicou sua fortuna por sete enquanto o trabalhador brasileiro se esfolava no mercado para conseguir pagar a conta da inflação e dos impostos escorchantes. Esse é o verdadeiro milagre da política estatal: nenhuma riqueza real é produzida para a sociedade, nenhum serviço útil é entregue voluntariamente ao consumidor, mas o patrimônio do burocrata cresce absurdamente à custa do confisco tributário e do compadrio bancário.

Mas o balcão de negócios da máfia estatal não para por aí. O vice-líder do governo Lula no Senado, senador Weverton Rocha, também foi pego com a boca na botija em uma operação que investiga o roubo escancarado de verbas do INSS. Na operação, a Polícia Federal encontrou no esquema do senador livros recheados com maços de dinheiro vivo e uma máquina superlativa de contar cédulas — um equipamento caro, de nível industrial, capaz de verificar notas falsas e contar reais e euros em velocidade recorde.

Pergunte a si mesmo: que cidadão produtivo, que acorda cedo para trabalhar de forma honesta, precisa de uma máquina industrial de contar cédulas e guardar maços de notas dentro de livros? Ninguém no mercado livre faz isso! Apenas parasitas estatais que lidam com volumes obscenos de propina não contabilizada necessitam de um trambolho desses em seus esquemas.

A devassidão não termina aí. A Polícia Federal descobriu que um advogado comprou uma mansão avaliada em 11 milhões de reais para a esposa do senador Weverton Rocha, além do envolvimento de postos de combustíveis usados para lavar o dinheiro extorquido. Veja como funciona o ciclo do parasitismo: o Estado rouba o dinheiro da aposentadoria do velhinho no INSS, repassa aos operadores do esquema, e o dinheiro volta limpinho em forma de postos de fachada e imóveis de luxo para a elite política. É a espoliação sistemática do indivíduo sendo executada à luz do dia.

Nada disso é um 'desvio de conduta' isolado ou um erro de percurso. Isso é o Estado funcionando exatamente como foi projetado para funcionar. O monopólio da violência e da coerção existe para espoliar quem produz valor via imposto — que é e sempre será roubo —, concentrar esses recursos nas mãos de uma casta de burocratas e distribuir o saque entre banqueiros parceiros e políticos de estimação. Quando você dá ao governo o poder monopolista de gerir moedas, bancos e regras econômicas, a corrupção não é uma falha do sistema; a corrupção é o próprio sistema.

É por esse motivo que o PT entrou em pânico total. A iminente delação premiada de Augusto Lima ameaça detonar a teia baiana que envolve nomes de peso como Rui Costa e Jerônimo, expondo a conexão umbilical do Palácio do Planalto com essa quadrilha financeira. O parasita treme de medo quando a luz da verdade ameaça cortar o fornecimento de sangue que ele suga da sociedade civil. Não existe retórica social ou discurso demagógico que consiga mascarar o assalto institucionalizado contra o pagador de impostos.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Enquanto você trabalha metade do ano apenas para pagar tributos escorchantes e sustentar a mamata dessa gente, os burocratas usam máquinas industriais de última geração para contar as montanhas de dinheiro arrancadas do seu suor.

Entenda de uma vez por todas: o Estado não é seu protetor, o Estado é a maior organização criminosa do planeta. Imposto é roubo, o governo é uma ilusão e a única saída viável é a liberdade individual e a descentralização. Pense nisso, deixe seu comentário, compartilhe esse conteúdo com quem ainda acredita em políticos e até a próxima!