BRASIL E MUNDO — Abertura
O desespero bateu forte na corte dos parasitas estatais de Brasília. Quando a própria militância governista começa a gritar que a nave tá afundando, você sabe que o troço tá feio para o lado do poder central.
O deputado André Janones correu pras redes sociais com as mãos na cabeça pra mandar um aviso desesperado aos marqueteiros do partido: Flávio Bolsonaro vai virar o jogo e ultrapassar o Lula até a segunda semana de setembro. Salvem esse tweet, disse ele!
O motivo desse pânico todo? A máquina de propaganda oficial do Estado parou no século dezenove, enquanto o cidadão comum aprendeu a se informar na internet sem pedir licença pra burocracia.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos encarar a realidade dos fatos sem nenhuma paixão política por burocratas. O deputado André Janones foi pras redes sociais dar um esporro público na cúpula do PT. O recado dele foi claro: apertem os cintos porque o Flávio Bolsonaro vai virar o jogo eleitoral até a segunda semana de setembro. Ele mandou até salvar o tweet pra cobrar depois! E por que esse desespero todo tomou conta dos aliados do governo? Porque eles finalmente perceberam que a máquina de propaganda oficial está completamente obsoleta.
O Janones destacou algo fundamental na postagem dele: quem domina as redes domina a política moderna. Mas os marqueteiros de Brasília continuam com a cabeça presa em 1840, achando que tempo de televisão aberta é o suprassumo da estratégia eleitoral. Eles gastam fortunas arrancadas do seu bolso via imposto pra produzir comercial bonitinho pra TV, enquanto a população real já abandonou a televisão há anos e se informa diretamente pela internet.
Nesse ponto específico da crítica comunicacional, eu sou obrigado a concordar com o Janones — por mais bizarro que seja concordar com esse tipo de figura. A comunicação do PT é uma inutilidade arcaica. Como esses caras fizeram muito sucesso dominando a televisão no passado, eles simplesmente não conseguem se desapegar do velho modelo centralizado. O Estado ama a centralização porque fica fácil controlar a narrativa quando só existem meia dúzia de canais de TV controlados por concessões estatais.
Só que o mundo mudou, meus amigos. A descentralização da rede destruiu o monopólio da informação que a burocracia estatal e a mídia amiga mantiveram por décadas. Hoje o indivíduo não precisa engolir o prato feito do telejornal tradicional. Ele pega o celular, busca a informação na fonte, compara os fatos e tira as próprias conclusões sem pedir autorização pra nenhum censor ou marqueteiro de governo.
Mas a ingenuidade do Janones — ou o desespero dele — tá em achar que o problema se resume ao formato da propaganda. Ele acha que basta mudar a campanha pra internet que a vitória tá garantida. Só que a ferida é muito mais profunda. O problema não é apenas a embalagem da comunicação do Lula que é uma lástima. O problema real é que o candidato em si é uma péssima opção!
O Lula é a personificação do atraso estatista. São ideias mofadas do século passado, obsessão por mais impostos, gastança desenfreada do dinheiro público e uma ligação umbilical com os maiores escândalos de corrupção da história deste país. Nenhuma estratégia de marketing digital, por mais agressiva que seja, consegue maquiar o estrago que o governo faz diariamente no bolso e na liberdade do cidadão.
O cidadão sente na pele o custo do leviatã estatista toda vez que vai ao supermercado ou tenta empreender e se depara com a sanha arrecadatória de Brasília. Não há marqueteiro no mundo que consiga convencer o pagador de impostos de que o Estado é seu amigo enquanto o governo estrangula a economia com burocracia e espoliação fiscal. O produto é ruim porque a ideologia coletivista é intrinsecamente falida.
E o resultado desse confronto entre a ficção estatal e a realidade da vida individual tá aí: o pânico generalizado na militância. Quando o monopólio da coerção perde o controle da narrativa, a verdade se espalha como rastro de pólvora na rede. O choro do Janones é só o sintoma de um sistema centralizado que não consegue mais conter a força da informação descentralizada.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
No fim das contas, não importa qual marionete o Estado tente nos vender na TV ou na internet. O monopólio da violência continua cobrando seu preço, e o imposto continua sendo roubo.
E você, meu amigo, vai continuar acreditando no teatrinho de marketing de Brasília ou vai defender sua liberdade individual fora da tutela dos parasitas de plantão? Deixe seu comentário, se inscreva no canal e exerça a sua soberania individual. Fui!