BRASIL E MUNDO — Abertura

Vocês achavam que a rede do extremismo e do financiamento coercitivo ficava restrita a ditaduras distantes? Pois fiquem sabendo que a burocracia financeira internacional acabou de escancarar o contrário bem na nossa porta. O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, por meio do órgão de controle de ativos estrangeiros, a OFAC, incluiu em sua lista oficial de sanções uma ativista nascida na Síria que vive no Brasil como refugiada política há anos.

E o detalhe que deixa essa história ainda mais escandalosa: a senhora Rawa Alsagir atua como coordenadora dentro do próprio Intercept Brasil. É isso mesmo que você ouviu. Uma figura atuante na mídia independente brasileira foi colocada na lista negra do governo americano por envolvimento direto em redes de financiamento internacional a organizações extremistas.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

A justificativa das autoridades financeiras é cristalina e sem rodeios. A medida visa cortar a irrigação financeira de redes associadas ao terrorismo. A entidade em que a investigada opera é a Massar Badil, classificada formalmente como uma fachada para a Frente Popular para a Libertação da Palestina, um grupo extremista armado. O modelo de negócio dessa turma é extremamente manjado por qualquer um que entende como a esquerda caviar internacional opera.

Eles criam organizações de fachada, vestem a roupagem conveniente da solidariedade aos desassistidos, promovem vaquinhas globais e arrecadam rios de dinheiro de militantes ingênuos ao redor do planeta. Só que a ponta final desse dinheiro não é remédio nem alimento para populações carentes. O recurso alimenta diretamente a infraestrutura da violência contra cidadãos e sustenta burocratas do terror que dependem da manutenção do conflito armado para continuar faturando.

Trata-se da indústria da miséria em escala global. Se a paz se estabelece ou se as organizações extremistas se rendem, a torneira dos dólares fecha imediatamente. Por isso, grupos como o Hamas ou a própria Frente Popular recusam qualquer acordo pacífico definitivo. A rendição destruiria o modelo de negócios milionário deles. Eles precisam da tragédia perpétua transmitida na TV para manter a arrecadação privada e as doações internacionais fluindo sem parar.

Mas não pense que essa operação americana foi um ato isolado contra uma única pessoa. O pacote de sanções atingiu uma rede transnacional inteira. Foi sancionada na Itália a empresa Autistici/Inventati, que fornecia e-mails e armazenamento criptografado para Antifas e grupos extremistas europeus, além da organização Palestine Action, no Reino Unido. E engana-se quem acha que isso é birra partidária: até o governo do Canadá chancelou o bloqueio dessas mesmas entidades.

Agora pergunto a você: o que essa decisão produz de impacto prático aqui no Brasil? A inclusão na lista da OFAC aciona mecanismos similares aos da Lei Magnitsky. Qualquer instituição bancária no planeta que mantenha negócios nos Estados Unidos ou opere em dólares está proibida de prestar serviços, manter contas ou processar transferências para pessoas e entidades listadas, sob pena de ser sumariamente excluída do sistema financeiro global.

Quero só ver como o cartel bancário brasileiro vai rebolar para cumprir isso. Os grandes bancos nacionais, que dependem umbilicalmente da rede correspondente americana para operar, vão ser obrigados a encerrar imediatamente as contas dessa ativista e de sua organização se não quiserem sofrer punições devastadoras. Para essa turma, talvez só restem pequenas cooperativas de crédito de bairro ou bancos sem qualquer projeção internacional para tentar guardar alguma coisa.

O mercado global mostra mais uma vez que a integração dos circuitos privados de crédito reage com velocidade fulminante quando a violência e o financiamento de grupos armados são expostos. Enquanto a burocracia estatal brasileira finge que não vê ou passa pano para militantes radicais abrigados no país, o sistema financeiro internacional não pede licença para nenhum político de Brasília ao fechar a torneira do capital.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

No fim das contas, a lição libertária é sempre a mesma: a narrativa moralista da esquerda desmorona no exato segundo em que o fluxo do dinheiro é interrompido. Sem financiamento coercitivo ou doações enganosas, o extremismo perde a força.

E você, acha que os bancos brasileiros vão ter coragem de fechar as contas de quem foi sancionado pelos americanos? Deixe seu comentário aqui embaixo, se inscreva no canal e ative as notificações. O indivíduo livre nunca se deixa enganar pelo teatro dos burocratas. Até a próxima!