BRASIL E MUNDO — Abertura
A Faria Lima finalmente acordou para a dura e inevitável realidade da politicagem estatal. Os pretensos magos do mercado financeiro de São Paulo, aqueles mesmos que adoram vender a ilusão de que controlam o jogo político enquanto lucram com os juros da dívida pública, resolveram abrir a agenda. De acordo com o colunista Lauro Jardim, do Globo, a Faria Lima começou a marcar jantares para ouvir Flávio Bolsonaro a partir do fim deste mês.
É isso mesmo que você leu. Depois de passarem meses torcendo desesperadamente por uma 'terceira via' mágica que salvasse a pele deles, a elite engravatada percebeu que o cenário de 2026 tá afunilando e não tem para onde fugir: no final das contas, é o confronto direto entre o projeto socialista do PT e o Flávio Bolsonaro.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Para entender o tamanho da piada, a gente precisa olhar para o passado recente dessa turma. Em 2022, o pessoal da Faria Lima foi um dos grandes responsáveis por pavimentar o caminho de volta da esquerda ao poder. Eles não queriam a bagunça do bolsonarismo, queriam o bom e velho tucanismo de volta. Acreditavam na ilusão romântica do 'Lula moderado', embarcando na conversa fiada de figuras como Armínio Fraga e Henrique Meirelles. Achavam que daria para manter juros altos, ganhar dinheiro fácil na renda fixa, sem que o governo quebrasse o brinquedinho da economia. Spoiler: se deram mal.
Eles simplesmente ignoraram a premissa básica de que a máquina estatal, quando entregue a burocratas intervencionistas, devora a riqueza gerada pelo indivíduo. O Estado parasitário não sabe o que é moderação. O resultado foi um festival de gastança descontrolada, impostos escorchantes e insegurança jurídica, jogando a conta de toda essa brincadeira nas costas do trabalhador e do pagador de impostos, que é quem sempre sofre a coerção do monopólio da violência.
Aí, quando a água bateu na bunda, qual foi a reação brilhante do pessoal da Faria Lima? Viver no mundo da fantasia, de novo. Ficaram meses alimentando a esperança de que nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema ou Tarcísio de Freitas fossem milagrosamente atropelar a corrida eleitoral e tirar o Flávio da jogada. O discurso preferido da imprensa de canalhas e dos analistas de Faria Lima era dizer que o bolsonarismo mantinha a direita como 'refém', impedindo qualquer outro nome de crescer.
A verdade nua e crua é que essa dita 'terceira via' não decolou porque simplesmente não tem força política. Não é que o Flávio atrapalhou ninguém; os outros é que não conseguem entregar o que o eleitor quer. A Faria Lima é meio burra nesse sentido. Eles não conseguem entender que o cidadão comum não quer saber de gestor 'eficiente' para administrar a burocracia do Estado. O povo quer uma oposição frontal contra o avanço do socialismo, por mais imperfeita que seja essa opção.
Agora, engolindo o próprio orgulho e vendo que Zema, Caiado e Renan Santos não vão a lugar nenhum, a Faria Lima cedeu. Eles perceberam que o plano de criar um candidato de laboratório falhou miseravelmente. Então, começam a chamar o Flávio Bolsonaro para jantar. Vão ter que sentar com o cara que passaram anos tentando rifar. É o suposto mercado 'iluminado' tendo que encarar a realidade de frente, mesmo que de mau gosto.
E qual é a estratégia que eles estão buscando agora? Exatamente o mesmo teatrinho de 2018. Querem que o candidato apresente um fiador econômico, uma garantia de que não vai sair destruindo a economia livre. Lá atrás foi o Paulo Guedes. Agora, já surgem especulações e interesse em torno de nomes como Daniela Marques, seja para uma composição de chapa ou para comandar a economia num eventual governo. A Faria Lima quer um aceno, um 'Posto Ipiranga' para chamar de seu e dormir tranquila sabendo que a farra dos títulos públicos não vai acabar.
Mas a grande ironia de tudo isso é ver como os engravatados do mercado financeiro são completamente míopes sobre como a política estatal funciona. Eles acham que podem controlar o leviatã jantando com políticos em restaurantes de luxo em São Paulo. Esquecem que, no momento em que o Estado decide expandir seu poder burocrático, tributar até o ar que a gente respira e avançar com a espoliação fiscal, ninguém está a salvo — nem mesmo os bilionários de terno da Faria Lima.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O recado do momento é muito claro: a Faria Lima vai apertar o botão na urna até com luva se for preciso, engolindo a própria vaidade para evitar o desastre completo do PT. Mas se você acha que a sua liberdade individual ou o seu patrimônio vão ser salvos por causa de um jantar arranjado entre engravatados e políticos de Brasília, você tá terrivelmente enganado.
Lembre-se sempre: imposto é roubo, o Estado é uma gangue e a única salvação real vem da descentralização e da sua própria responsabilidade individual. Deixe seu like, se inscreva no canal, compartilha esse vídeo e comente aqui embaixo. Até a próxima!