BRASIL E MUNDO — Abertura

O circo estatal funcionou em dose dupla na noite passada: enquanto o líder socialista gaguejava, mentia e travava ao vivo no horário nobre da imprensa corporativa, o mercado financeiro de verdade tomava suas próprias decisões bem longe das canetadas de Brasília.

A elite política tenta controlar o destino de duzentos milhões de indivíduos na base da chantagem judicial, mas o livre mercado e a alocação de capital sempre encontram um jeito de atropelar a burocracia do Estado.

Se você ainda acredita que o teatrinho da mídia tradicional define os rumos de uma nação, precisa urgente olhar para onde o dinheiro real está fluindo e como os parasitas do sistema estão em pânico.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos aos fatos escancarados pela realidade. De um lado, tínhamos o chefe do regime estatista tentando justificar os absurdos do seu governo em sabatina no Jornal Nacional. O sujeito travou, brigou com repórter e passou um vexame colossal tentando vender a ilusão de que o Estado produz riqueza. O resultado imediato apareceu nos mercados preditivos como o Polymarket, que registrou uma queda vertiginosa da aprovação do burocrata e uma subida firme da oposição. Só que o que realmente fez o sistema tremer não foi apenas o vexame do idoso na televisão, foi a movimentação nos bastidores do capital.

Enquanto a propaganda oficial tentava estancar o sangramento do governo, o candidato de oposição, Flávio Bolsonaro, fazia um tour pelo coração do mercado financeiro. O sujeito participou de um jantar com a turma da Faria Lima na casa do ex-presidente do Credit Suisse no Brasil, Marcelo Caiate, e depois seguiu para reuniões de alto nível na sede do Bradesco com o CEO Luiz Carlos e o presidente Marcelo Noronha, acompanhado da ex-presidente da Caixa, Daniela Marques. Por que isso apavora a casta de Brasília? Porque dinheiro é poder descentralizado. A Faria Lima pode até ter poucos indivíduos no topo, mas arrasta consigo um ecossistema gigantesco de investimentos e bancos que sustentam o setor produtivo.

E qual foi a reação imediata do estamento burocrático diante dessa aproximação? A coerção estatal pura e simples, exercida pelo monopólio da violência. A elite aristocrática socialista instalada em Brasília, sob o comando de figuras do STF como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, entrou em pânico total e acionou a máquina de intimidação. Eles começaram a ameaçar abertamente donos de partidos e empresários da Faria Lima. A tática mafiosa do Estado é direta e sem vergonha: se você ousar se coligar ou se aproximar do candidato de oposição, nós vamos desengavetar aquela ação penal engavetada contra você.

É exatamente assim que a ditadura judiciária opera na prática, usando o aparato de coerção e o código penal como instrumentos de extorsão política para isolar qualquer um que ameace a hegemonia do regime. Eles chegaram ao ponto de pressionar o partido Republicanos a declarar neutralidade na disputa, bloqueando a possibilidade de Daniela Marques ser anunciada como vice na chapa. Foi uma manobra truculenta para tentar impedir um aceno formal ao mercado, restando ao candidato tentar nomeá-la futuramente para o Ministério da Economia. É a burocracia estatal tentando desenhar o resultado da eleição à força.

Só que aí reside o ponto cego da arrogância estatal: a coerção tem limites quando confrontada pela realidade dos incentivos econômicos. Os parasitas de Brasília podem congelar bens, usar a polícia política e ameçar empresários com processos fabricados, mas o tribunal do STF não consegue obrigar ninguém a investir capital onde não há confiança. O mercado percebeu que o modelo atual de gastança desenfreada, tirania fiscal e arbítrio judicial é absolutamente insustentável no longo prazo.

O contraste de ontem foi extremamente pedagógico para quem compreende a liberdade individual. De um lado, vimos a velha política desesperada, gaguejando mentiras em estúdio e usando a toga para chantagear empresários e caciques partidários. Do outro lado, vimos a movimentação espontânea de quem aloca recursos e gera empregos buscando refúgio da fúria arrecadatória do Estado.

A quadrilha de Brasília jurou que conseguiria impor um cordão sanitário através da chantagem e do medo, achando que manteria o corporativismo estatal intocável. Esqueceram que, no fundo, imposto é roubo e o Estado é uma gangue, e que até mesmo a elite financeira está cansando de ver suas estruturas destruídas para alimentar o ego e os privilégios de meia dúzia de burocratas em Brasília.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

A coerção do monopólio da violência pode intimidar alguns caciques covardes no curto prazo, mas jamais conseguirá parar a busca do mercado e dos indivíduos pela sobrevivência e pela liberdade econômica.

Podem desengavetar os processos que quiserem; a farsa do regime caiu ao vivo para todo o país, e quem produz riqueza já percebeu que é hora de abandonar esse navio estatista antes que ele afunde de vez.