BRASIL E MUNDO — Abertura

A FARSA da tal 'soberania nacional' ganhou um palco escancarado logo no início oficial das campanhas eleitorais. De um lado, vimos uma mobilização orgânica e voluntária nas ruas de Copacabana; do outro, o velho teatro estatista de auditório fechado, bancado com dinheiro de impostos e regado a transporte fretado.

A maquiagem do Estado sempre cai quando o indivíduo resolve agir por conta própria. O contraste deste início de campanha deixou bem transparente quem precisa da máquina burocrática para parecer grande e quem realmente move as pessoas sem gastar o dinheiro alheio.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, o candidato Flávio Bolsonaro deu o pontapé inicial reunindo uma multidão espontânea ao longo da orla. Tinha gente cobrindo os dois lados do carro de som, sem necessidade de curral eleitoral ou claque paga. Durante o ato, o candidato veiculou um áudio gravado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, convocando o público a reconhecer o próprio poder de transformação do país.

Bastou essa gravação aparecer para a militância de crachá e a imprensa tradicional entrarem em desespero burocrático. Já começaram a sinalizar que deveria ser proibido reproduzir registros históricos do ex-presidente durante o pleito. É impressionante como a mentalidade estatista tenta controlar até a memória coletiva. Para essa turma, o cidadão não pode ouvir um áudio gravado se isso quebrar a narrativa oficial do sistema.

O ponto central do discurso em Copacabana foi justamente a desconstrução da falácia da soberania alardeada pelo governo federal. Flávio trouxe uma provocação cirúrgica para o debate: qual é a verdadeira soberania de um Estado que não manda nem no seu próprio território? Quem exerce a soberania de fato no Complexo do Alemão? O governo central ou a facção criminosa local?

Esse é o retrato acabado da falência do monopólio da violência estatal. Um governo que adora discursar sobre soberania contra nações que estão a milhares de quilômetros de distância, mas recua e se omite diante do crime organizado no próprio quintal. Ou o aparato estatal está fechado com o crime, ou escancara uma incompetência absoluta que custa a segurança e a liberdade do pagador de impostos.

Do outro lado da moeda, o desespero de quem depende do aparato corporativo ficou evidente no evento realizado em São Paulo pelo atual presidente. O Pinguço Corrupto precisou se trancar em um espaço fechado, com controle estrito na porta e um comboio de ônibus fretados carregando militância paga. Afinal de contas, quem vive da máquina pública não pode se arriscar em praça aberta sob o risco de vaias espontâneas.

A dita manifestação da esquerda nada mais é do que um circo financiado indiretamente pelo contribuinte. É a velha distribuição de pão com mortadela viabilizada por fundo partidário e estruturas sindicais corporativistas. Sem o rebanho transportado de ônibus e sem o cerceamento da entrada, a claque estatal simplesmente não se sustenta diante da realidade das ruas.

Para completar a cena, a imprensa corporativa correu para tentar blindar o status quo. Chegaram a publicar matérias alegando público reduzido no Rio de Janeiro, ignorando intencionalmente que cada indivíduo ali estava de forma voluntária. Enquanto isso, tratam com naturalidade os currais eleitorais fechados do governo. O jornalismo estatal recusa-se a aceitar que o indivíduo livre não precisa da tutela de gabinetes para se manifestar.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

O início da corrida eleitoral escancarou o abismo entre a ação humana voluntária e a máquina parasitária. De um lado, a população ocupa a rua por vontade própria; do outro, o Estado precisa lotar ônibus e trancar portas para simular um apoio público que só existe mediante financiamento artificial.

A lição é clara: quem não consegue garantir a segurança no seu próprio território contra o crime jamais protegerá a sua liberdade. Não espere soluções de quem só vive de coerção e esmolas com o seu dinheiro. Se você quer liberdade de verdade, entenda que o Estado nunca é a solução — ele é sempre o problema. Deixe seu like, se inscreva no canal e até a próxima!