BRASIL E MUNDO — Abertura
O circo eleitoral para 2026 já começou a esquentar e, para a surpresa de zero pessoas que acompanham a realidade fora da bolha estatal, as pesquisas internas e trackings mostram o Flávio Bolsonaro passando o Lula. É o velho teatro político se repetindo diante dos nossos olhos, mas com o aparato estatal cada vez mais desesperado para controlar a narrativa.
Enquanto o sistema gasta bilhões do seu dinheiro recolhido à força através de impostos para financiar essa maquiagem chamada eleição, a máquina pública simplesmente não consegue estancar a rejeição do atual ocupante do trono de Brasília.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos olhar para os fatos de forma fria, sem essa paixão cega por políticos. O senador Flávio Bolsonaro afirmou que pesquisas internas da campanha já apontam vantagem sobre o presidente Lula. Isso já tinha acontecido lá atrás, perto do carnaval, e o movimento volta a se repetir agora. Mas por que isso acontece mesmo com o Lula controlando a máquina pública, a caneta e um orçamento gigantesco bancado pelo pagador de impostos?
A resposta está nos incentivos e no comportamento do indivíduo. O eleitor que quer mudança, que está revoltado com a coerção estatal e com a roubalheira dos impostos, é um eleitor aguerrido. É o sujeito que vai votar de qualquer jeito, faça chuva ou faça sol, para tentar tirar o parasita do poder. Já o eleitorado médio da esquerda, acostumado a esperar migalhas do Estado, é muito mais apático. Se não pagarem para o cara sair de casa ou se não houver um estímulo direto, ele prefere ficar assistindo Big Brother e cagando para a eleição.
E aí entra a parte mais grotesca desse circo: a atuação do Tribunal Superior Eleitoral, o famoso TSE. Como a burocracia estatal percebeu que a esquerda não tem presença orgânica relevante nas redes sociais, o que o aparato judiciário faz? Inventa regras absurdas para proibir a sugestão de candidatos nas redes. É a típica engenharia social estatal: o Estado cria a proibição, impõe a coerção e tenta artificialmente nivelar o jogo para proteger os seus burocratas favoritos. É censura estatal pura e simples.
Só que a descentralização e a iniciativa individual sempre atropelam a burocracia centralizada. O TSE pode tentar sufocar as contas oficiais dos candidatos, mas ele não consegue controlar a ação de cada indivíduo. A sua conta pessoal no Twitter ou no Instagram, de um cidadão comum sem vínculo partidário, continua sendo recomendada. Quando você pega o vídeo de um candidato que defende suas ideias e compartilha na sua rede, você destrói a tentativa de controle do Estado. É a ação voluntária derrotando o plano dos engenheiros sociais.
Aliás, falando em promover ideias de liberdade no meio desse sistema podre, a gente começou uma série de entrevistas com candidatos libertários, como o Altivo Duarte, que é candidato a deputado federal pelo Novo em Minas Gerais. Não é porque a gente acredita que o Estado vá salvar alguém — afinal, o Estado é a origem de todos os nossos problemas —, mas porque usar a própria estrutura deles para dar voz a quem defende o fim dos impostos e o corte da burocracia é uma excelente tática.
O fato é que, independentemente de quem vá para o segundo turno, o sinal emitido por essas pesquisas internas é claro: a população está exausta de sustentar um Estado inchado, parasitário e interventor. O governo achava que governar na base do gastoverio e da arrecadação compulsória resolveria tudo, mas a conta do esmagamento do indivíduo sempre chega.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
A lição que fica disso tudo é muito clara: jamais espere que o TSE, o STF ou qualquer político traga a sua liberdade em uma bandeja de prata. O sistema foi desenhado para se autoproteger e perpetuar o monopólio da violência.
Use as ferramentas descentralizadas, compartilhe a verdade, contorne a censura dos burocratas e lembre-se sempre: imposto é roubo, o Estado é uma gangue e o único caminho real é a liberdade individual. Se inscreva no canal, deixa o seu like e até a próxima.