BRASIL E MUNDO — Abertura

A burocracia estatal apronta mais uma das suas: alguém usou credenciais do Partido Missão para filiar o senador Flávio Bolsonaro sem o consentimento dele.

E o Tribunal Superior Eleitoral correu para lavar as mãos, afirmando que não houve ataque hacker e jogando toda a responsabilidade nas chaves de acesso do próprio partido.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Olha o nível do absurdo do monopólio estatal sobre o processo político. O Estado criou um sistema centralizado onde uma simples inserção de dados cancela automaticamente a filiação partidária anterior de um indivíduo.

Bastou alguém usar a ferramenta com as credenciais da legenda e pronto: desfiliaram o cara do PL e o jogaram no Missão a poucas horas do registro oficial da candidatura. É esse o sistema infalível e ultra seguro que a burocracia de Brasília nos obriga a aceitar?

A resposta do TSE é simplesmente sensacional na sua prepotência. A corte diz que o sistema deles não falhou em nada e que a culpa é do Missão por ter deixado usarem a chave do partido. Na prática, o monopólio da violência lava as mãos e joga o pepino no colo dos outros.

Isso já aconteceu antes. Lembra quando filiaram o Lula ao PL de forma fraudulenta? O circo se repete exatamente porque a estrutura estatal é desenhada com os piores incentivos possíveis. Não existe concorrência, não existe responsabilidade individual e ninguém responde pelo prejuízo.

Agora, o presidente do TSE, ministro Cássio Nunes Marques, pede inquérito para a Polícia Federal e aciona a Procuradoria Geral Eleitoral. Ou seja: vão gastar ainda mais recursos do pagador de impostos para investigar uma palhaçada que a própria burocracia estatal permite acontecer.

É claro que isso não vai anular candidatura nenhuma no final das contas, porque o caso é absurdo demais até para os padrões do judiciário brasileiro. Mas o ponto central não é esse. O ponto é expor a fragilidade e o ridículo de um sistema centralizado onde um formulário eletrônico altera a vida de qualquer um da noite para o dia.

Você é forçado a pagar tributos caraíssimos — e imposto é roubo — para sustentar o tribunal eleitoral e toda essa máquina estrambólica que não consegue manter um cadastro limpo sem trapalhadas.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Se o Estado não consegue nem controlar quem está cadastrado no seu banco de dados sem gerar fraude, por que você ainda confia nele para gerir a sua vida e a sua liberdade?

Pense nisso, deixe seu comentário, se inscreva no canal e até a próxima!