BRASIL E MUNDO — Abertura
Lei Felca está tirando o patrocínio de jovens atletas brasileiros.
Um garoto de 16 anos, faixa preta de jujitsu, perdeu o apoio de uma empresa porque não pode mais aparecer nas redes sociais.
Sem aquele dinheiro, ele não consegue pagar viagens para Itália e Emirados Árabes, onde tinha competições marcadas.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
O patrocínio de jovens atletas depende exatamente da visibilidade que eles ganham nas redes sociais. Uma postagem no Instagram ou um vídeo no TikTok leva a marca do patrocinador para milhares de seguidores. Quando a Lei Felca proíbe que menores apareçam nesses canais, o valor de troca some. A empresa não vê retorno e corta o contrato. É assim que o mercado funciona: oferta e demanda, não decreto.
A Lei Felca não criou nenhum novo crime contra crianças; o que era ilegal já era antes. Ela apenas acrescentou burocracia e censura. O resultado? Mais jovens ficam sem recursos para treinar, viajar e competir. Enquanto o Estado se ocupa de proibir imagens, o mercado privado poderia continuar a incentivar o esporte sem coerção.
A mãe do atleta contou que deixou Manaus para São Paulo buscando melhor estrutura para o filho. Depois da perda do patrocínio, ela viu o plano de viagens ao exterior cancelado. O garoto já tinha lutado nos EUA, Canadá, Portugal; agora fica parado, esperando completar 18 anos para talvez voltar a receber apoio.
O caso que inspirou a lei envolveu uma tragédia no Instagram, mas o alvo da proibição foi o Discord. Isso mostra a arbitrariedade do Estado: ele escolhe um bode expiatório fácil em vez de atacar o verdadeiro problema. É como proibir o carro porque o acidente aconteceu na bicicleta.
Na maioria dos países, não existe essa lei idiota. Lá, crianças continuam a receber patrocínio privado e a seguir suas carreiras esportivas. No Brasil, modalidades como ginástica olímpica têm pico aos 16 ou 17 anos; tirar o apoio nessa idade é prejudicar o potencial de toda uma geração de atletas.
É possível que a intenção da Lei Felca seja proteger crianças, mas o caminho escolhido é equivocado. Proibir a imagem de menores na internet não protege; apenas retira oportunidades e dá mais poder ao Estado para controlar a fala. A solução libertária seria responsabilizar os indivíduos que cometem abusos, não censurar toda uma plataforma.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Se você acredita que o mercado livre e a responsabilidade individual são melhores que decretos estatais, compartilhe esse vídeo e questione a Lei Felca.
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