BRASIL E MUNDO — Abertura
O conceito arcaico de Estado-nação está ruindo diante dos nossos olhos, e a burocracia estatal simplesmente não consegue acompanhar a velocidade e a dinâmica das trocas voluntárias no livre mercado.
Hoje, indivíduos ao redor do globo trabalham para empresas estrangeiras, negociam mercadorias sem pedir licença a fiscais e se conectam por afinidade ideológica, ignorando as fronteiras geográficas traçadas por políticos parasitas.
Esse processo irreversível de descentralização e internacionalização é mais uma prova de que a humanidade caminha, mesmo que aos trancos, em direção à liberdade individual e ao anarcocapitalismo.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Mas enquanto os indivíduos buscam produzir e prosperar na era digital, a casta política latino-americana insiste em arrastar o cidadão comum para o lamaçal ideológico do século passado. Olhem a palhaçada diplomática que estamos testemunhando nos últimos dias.
O chefe do Executivo brasileiro resolveu usar o aparato público para disparar ofensas contra o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, classificando o diplomata como um 'latino-americano frustrado'. É a diplomacia do insulto financiada com o dinheiro roubado da sua carteira através dos impostos.
A reação vinda de Washington escancarou o verniz dessa quadrilha. O deputado americano Carlos Gimenez, representando a Flórida, respondeu no mesmo tom provocador e sem nenhum pudor burocrático.
Gimenez deixou claro que os ataques proferidos pelo ocupante do Planalto não passam de ordens diretas emanadas da ditadura castro-comunista de Cuba, acusando o governante brasileiro de ser um verdadeiro porco a serviço desse regime tirânico.
Para completar a humilhação pública, o congressista americano ainda espalhou uma montagem satírica em que o presidente do Brasil aparece sendo preso por forças federais dos Estados Unidos, ao estilo do ditador Nicolás Maduro, e empunhando uma garrafa de cachaça.
Enquanto o cidadão pagador de impostos tenta sobreviver à inflação e às taxas abusivas impostas por Brasília, os burocratas brincam de guerra fria no palco geopolítico para afagar o ego de ditadores velhos da América Latina, como os gerontocratas cubanos e Gustavo Petro.
A picuinha estatal não parou por aí. O governo brasileiro vem segurando de forma pirraça a concessão do 'agrement' para o novo embaixador americano no Brasil, Daniel Peres, um deputado da Flórida que já havia inclusive renunciado ao seu mandato legislativo e recebido a aprovação do Senado americano.
A escalada retaliatória culminou inclusive na retirada de vistos de diplomatas americanos. Toda essa palhaçada é usada pelo estamento político como palanque eleitoral, afinal de contas, criar um 'inimigo externo' é o truque mais velho do manual dos demagogos para manter a população obediente.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Veja o incentivo perverso da máquina pública: os políticos provocam crises, destroem relações internacionais, envergonham o país e no final do mês os privilégios custeados por você continuam caindo intactos na conta deles.
Quem paga a conta da perda de investimentos e do isolamento econômico é você, o indivíduo produtivo. O Estado não é a solução para absolutamente nada; é um parasita ineficiente que vive de coerção. Fique atento, defenda sua liberdade individual e pare de sustentar esse circo.