BRASIL E MUNDO — Abertura

O estado adora vender a ilusão de ordem, burocracia certinha e compromisso público. Mas basta o calcanhar de Aquiles da corporação política ser atingido para as máscaras caírem instantaneamente. Foi exatamente isso que aconteceu quando o presidente da República simplesmente cancelou de última hora um compromisso oficial no STJ para trancar a porta do Palácio do Alvorada e passar três horas reunido com o advogado do próprio filho.

Nada de agenda oficial, nada de transparência pública. Uma reunião de emergência, fora dos holofotes, para apagar incêndio privado com a estrutura do aparato estatal. E adivinha quem paga a conta de todo esse circo? Você, o pagador de impostos, que sustenta o monopólio da violência e suas mordomias enquanto a elite do poder corre para salvar a própria pele.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos aos fatos expostos. O compromisso desmarcado por Lula era nada menos que a solenidade de posse da nova direção do STJ. Um evento oficial do alto escalão do judiciário foi sumariamente descartado porque a prioridade real era conversar com Marco Aurélio de Carvalho, advogado do Lulinha e integrante do grupo Prerrogativas. Quando o chefe do executivo abandona o cerimonial do Estado para passar quase quatro horas, das sete e meia da noite até quase onze horas, trancado com o advogado da família, você não precisa ser um gênio para entender que a coisa esquentou.

A justificativa oficial jogada para a imprensa foi a de que eles estavam debatendo o 'quadro eleitoral de São Paulo'. É uma piada de mau gosto. Quem acredita que uma reunião secreta de três horas na calada da noite, em pleno Palácio do Alvorada, com o advogado pessoal do filho do presidente, serve apenas para trocar figurinhas sobre eleição municipal? A burocracia estatal adora inventar eufemismos para tentar enganar quem ainda acredita na lisura do sistema.

O pano de fundo de toda essa correria é o desgaste em torno das movimentações do Lulinha na Espanha. As informações indicam que o filho do presidente se instalou em Madri, enquanto persistem denúncias e suspeitas de esquemas envolvendo grandes empreiteiras brasileiras — aquelas mesmas velhas conhecidas dos escândalos da Lava Jato. O modus operandi é sempre o mesmo no capitalismo de compadrio: grandes corporações bancando a boa vida de parentes do poder sob a fachada de contratos de compliance, consultorias e due diligence, esperando em troca portas abertas no governo.

Isso é o retrato acabado de como o Estado funciona na prática. Não existe interesse público nem justiça social. O Estado nada mais é do que uma gigantesca engrenagem de coerção que retira recursos dos indivíduos produtivos via imposto — que é roubo, diga-se de passagem — para transferir renda para uma casta de burocratas, políticos e empreiteiras amigas do rei. É o eterno ciclo do petrolão repaginado, adaptado aos novos tempos, mas com a mesma essência parasita de sempre.

Quando empreiteiras e herdeiros políticos se encontram nos bastidores para negociar facilidades e intermediações de contratos, quem perde é a sociedade. O mercado livre se baseia em trocas voluntárias, concorrência e mérito. Já o estatismo vive de privilégios garantidos pela caneta oficial, onde vence quem tem o melhor trânsito nos gabinetes de Brasília e não quem oferece o melhor produto ou serviço ao consumidor.

A farsa da regulação e do controle estatal cai por terra quando os próprios agentes que deveriam zelar pelas leis se atropelam para proteger seus aliados. Querem nos fazer crer que o judiciário, as agências de controle e os rituais da República garantem a estabilidade do país, mas bastou a água bater no pescoço para a agenda institucional ser rasgada sem o menor pudor.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

No fim das contas, a lição que fica é sempre a mesma: confie no mercado, não no Estado. Enquanto você trabalha e produz para sustentar uma máquina burocrática ineficiente e opressora, a elite política usa o Palácio do Alvorada como bunker pessoal para gerenciar crises familiares e políticas. O imposto que te tomam à força financia esse teatro diário.

A única solução real contra esses esquemas e contra a corrupção sistêmica é tirar o poder da mão dos burocratas, descentralizar tudo e reduzir o Estado a zero. Se você quer liberdade de verdade e está cansado de sustentar parasiticamente essa estrutura, se inscreva no canal, deixa seu like e compartilhe este vídeo. Até a próxima!