BRASIL E MUNDO — Abertura

Vocês acham mesmo que a sanha da máquina estatal tem limite? A ilusão de que o circo de Brasília tinha sossegado caiu por terra logo cedo. Nas mensagens apreendidas pela Polícia Federal no celular da lobista Roberta Luchsinger, o nome do chefe supremo finalmente deu as caras sem intermediários.

Não se trata mais apenas de fofoca sobre o Lulinha intermediando negócios nos bastidores. A lobista deixou claro nas conversas: o filho marcou a reunião do governador do Maranhão, Carlos Brandão, em pleno Palácio do Planalto, e o Lula garantiu a liberação das verbas.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

O ciclo do parasitismo se fechou com precisão cirúrgica. O Lulinha opera a antessala, o governador senta no Planalto, o Lula aprova a obra e, um mês depois, o presidente desembarca em São Luís para anunciar um pacote de cinquenta e nove bilhões de reais para o estado.

O Lulinha é simplesmente o escudo da operação. A estratégia é a mesma vista no sítio de Atibaia ou no triplex do Guarujá: coloca-se o parente na frente para o operador do monopólio da violência não ter que assinar os papéis logo de início. O filho aparece para o pai não aparecer.

E de onde saem esses cinquenta e nove bilhões de reais? Saem diretamente do seu bolso, arrancados via coerção estatal. Imposto é roubo, e o fruto dessa extorsão institucionalizada é usado para irrigar acertos políticos e abastecer feudos estaduais.

Olhem o retrato do Maranhão. O estado funciona como uma capitania hereditária que passou da família Sarney para a dinastia do Flávio Dino, e agora para o grupo do Carlos Brandão. É uma disputa de gangues políticas pelo controle do orçamento, onde o Dino usa o STF para perseguir adversários locais enquanto Brandão busca verbas na antessala do Planalto.

O pessoal do governo comemorava achando que os vazamentos tinham acabado. Ilusão pura. Tudo o que apareceu até agora pertence apenas ao primeiro inquérito, o do Ministério da Saúde. Ainda faltam as investigações do INSS, da Dataprev e o inquérito que está com o próprio Dino. A podridão do Leviatã está só no começo.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Enquanto você trabalha duro para pagar impostos e sustentar a burocracia, a elite estatal distribui bilhões em gabinetes fechados para perpetuar seus feudos. Se você ainda espera moralidade do Estado, está financiado a sua própria espoliação.

Busque a descentralização, proteja seu patrimônio e pare de acreditar em salvadores da pátria. Inscreva-se no canal, deixe seu like e acorda antes que a conta do próximo pacote bilionário chegue para você pagar.