BRASIL E MUNDO — Abertura
O teatro do grande líder estatal ruiu mais rápido do que castelo de cartas em ventania. O sujeito passa meses arrotando arrogância, usando a máquina pública para fazer comício sobre 'soberania nacional', e quando a economia balança, o desespero bate à porta.
Lula ligou para Donald Trump. É isso mesmo. Depois de incendiar a diplomacia e afundar o comércio exterior brasileiro com tarifas, o burocrata-chefe precisou passar a mão no telefone para pedir arrego.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Toda essa presepada começou com uma ideia infantil dos parasitas de Brasília: achar que comprar briga com a maior economia do planeta traria dividendo eleitoral. Queriam aplicar o tal 'efeito Canadá', inflando o peito com discurso demagógico enquanto o pagador de impostos brasileiro arcava com o prejuízo das retaliações.
A narrativa oficial tentou culpar a oposição, figuras de fora, qualquer um. Mas oficiais do próprio governo americano deixaram claro que a causa direta do tarifaço e das investigações sobre práticas desleais de comércio foi o próprio Lula e a sanha do Estado brasileiro.
Quando a realidade do mercado responde e as tarifas começam a estrangular o produtor nacional, o discurso inflamado da 'soberania' evapora. O governo passou um ano inteiro no processo e não provou absolutamente nada contra as medidas. Ficou quieto porque achava que o desgaste econômico no lombo do povo viraria voto na urna.
Aí a conta chegou, as pesquisas não subiram e a economia fraquejou. O resultado foi uma ligação de mais de uma hora. A nota oficial do Planalto fala em tom 'cordial e amistoso'. Traduzindo do juridiquês estatal: o burocrata foi mansinho tentar conter o estrago que ele mesmo provocou.
O Trump aceita conversar porque, para quem entende de mercado, negociar é o padrão. A questão é que políticos usam barreiras comerciais e disputas diplomáticas como joguete eleitoral, destruindo a renda do indivíduo que produz, só para no fim entregarem o país de joelhos.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
A grande lição aqui é clara: a tal 'soberania estatal' só serve para proteger a casta política enquanto o cidadão comum paga a conta da arrogância do governante. Quando a água bate no pescoço do político, o discurso anti-imperialista vira pedido de socorro.
Enquanto a sociedade depender do monopolista da coerção para mediar trocas com o resto do mundo, estará sempre refém dessas palhaçadas de gabinete. A solução é descentralizar e tirar o Estado do meio das negociações.