BRASIL E MUNDO — Abertura
O ser estatal não cansa de passar vergonha internacional, mas dessa vez o teatro mambembe do Palácio do Planalto resolveu flertar com a geopolítica nuclear. Lula decidiu discursar sobre enriquecimento de urânio para fins supostamente pacíficos. Parece piada de mau gosto, parece esquete de comédia, mas é a dura e cara realidade sustentada pelo bolso do pagador de impostos brasileiro.
O líder supremo do Estado brasileiro visitou o Complexo Industrial de Aramar, em Iperó, e resolveu incorporar o figurino de um ditador de filme. Falou em enriquecer urânio, acelerar o programa de submarino nuclear e peitar potências estrangeiras, tudo em nome de uma pretensa soberania nacional. Quem assistiu ao filme O Ditador, do Sacha Baron Cohen, percebeu a semelhança imediata. É a mesmíssima lorota contada pelos piores regimes do planeta.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos aos fatos, porque a burocracia estatal adora mascarar a realidade com eufemismos. Enriquecer urânio a dois por cento para fins pacíficos, como geração de energia ou pesquisa médica, o Brasil já faz e qualquer país pode fazer livremente. Ninguém impede isso. O problema começa quando o chefe do executivo vem a público exigir mais recursos coercitivos para avançar no programa e fala em submarino nuclear para fins pacíficos. A hipocrisia salta aos olhos.
Submarino nuclear é uma arma de guerra. É um instrumento do monopólio da violência do Estado, e não um equipamento de caridade ou de energia limpa. A máquina pública quer torrar bilhões de reais arrancados da população via impostos para brincar de potência militar geopolítica. Em vez de permitir que o indivíduo trabalhe e tenha liberdade econômica, o governo prefere canalizar riqueza escassa para a indústria bélica estatal. É o clássico incentivo perverso da burocracia: inventar ameaças para justificar o inchaço do orçamento público.
E o cenário fica ainda mais sinistro quando olhamos para as alianças do governo. O Brasil tem mineradora de urânio vendida para a China enviando minério para lá, negócios com a Rússia e total alinhamento ideológico com a ditadura do Irã. Enquanto os Estados Unidos prometem um pente fino e sanções gravíssimas para quem colaborar com o regime de Teerã, a diplomacia brasileira resolve provocá-los diretamente.
E para que serve essa provocação? Para alimentar o ego dos burocratas de Brasília. Lula quer comprar uma briga inútil com Donald Trump e com o governo americano. O plano político é evidente: criar um inimigo externo conveniente para arranjar desculpas, justificar o fracasso econômico interno e alegar perseguição política em ano eleitoral.
A matemática estatal nunca fecha para o cidadão comum. Se a Casa Branca decidir retaliar com sanções econômicas por conta dessa molecagem diplomática, quem paga a conta não é o presidente ou os seus ministros encastelados. É você. O produtor rural perde mercado de exportação, a indústria nacional fica isolada, o dólar dispara e a inflação corrói o restinho do seu poder de compra.
O resultado final dessa irresponsabilidade é empurrar o Brasil para o caminho de uma Cuba ou de uma Venezuela dois ponto zero. Um mercado segregado do comércio global, sufocado por sanções e completamente refém de um Estado megalomaníaco. O parasitismo estatal prefere destruir o livre comércio internacional a abrir mão de afagar regimes autoritários parceiros.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Soberania de verdade não vem de estatal enriquecendo urânio ou de militar passeando em submarino pago com dinheiro espoliado do povo. Soberania real é o indivíduo ter liberdade de mercado, moeda forte, propriedade privada respeitada e total distância da coerção do governo.
Enquanto o brasileiro continuar aceitando sustentar esse circo bélico e burocrático, a fatura só vai aumentar. Se você entende que o mercado livre e a responsabilidade individual são os únicos caminhos contra os delírios do Estado, inscreva-se no canal e deixe seu apoio. A defesa da liberdade começa com você.