BRASIL E MUNDO — Abertura
Se você achava que a criatividade dos burocratas de Brasília para rasgar o seu dinheiro tinha limite, prepare o bolso. O governo resolveu que a tal da 'soberania nacional' agora depende de gastar dois bilhões de reais do pagador de impostos em dois supercomputadores de Inteligência Artificial. São dois bilhões de reais arrancados da sociedade produtiva via coerção estatal simplesmente para comprar brinquedo tecnológico para político fazer pose.
E quer ver a pérola da história? O chamado Plano Brasileiro de Inteligência Artificial ficou em dúvida entre um supercomputador americano e um chinês. A solução genial da burocracia centralizada? Comprar os dois! É a piada pronta contada com o seu dinheiro roubado. Eles chamam isso de independência estratégica; eu chamo de assalto à mão armada contra o indivíduo que trabalha.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos encarar a realidade sem rodeios: cem por cento de qualquer gasto governamental é desperdício puro de recursos. Mas aqui a estupidez ganha contornos épicos. O governo quer criar uma 'IA estatal brasileira'. Você acha mesmo que um projeto tocado por burocratas vai ser melhor do que o Claude, o GPT-4 ou os modelos da Anthropic e da OpenAI? Óbvio que não! O Estado não tem uma fração da capacidade computacional, dos incentivos de mercado ou do talento das gigantes privadas. Esses supercomputadores bilionários já vão nascer defasados se comparados aos clusters da iniciativa privada internacional.
E por que estão fazendo isso? Para avançar a tecnologia? Claro que não! É puramente para fazer política externa mambembe e provocação ideológica. A própria ministra admitiu publicamente que a escolha visa evitar dependência e que existe risco real de represália dos Estados Unidos. Ou seja, o brasileiro, que já enfrenta impostos escorchantes e serviços públicos deploráveis, vai ter dois bilhões confiscados só para o presidente brincar de irritar a Casa Branca e afagar a China. É um escárnio completo num país cheio de carências básicas.
Aí você me pergunta: qual inteligência artificial o governo deveria comprar então? A resposta libertária é cristalina: nenhuma! O governo não tem que se meter em tecnologia. O monopólio da violência só produz atraso e cabide de emprego. Quer ajudar o setor tecnológico? Corta o imposto! Reduz a carga tributária, elimina a burocracia e deixa as empresas e empreendedores investirem o próprio capital, por sua própria vontade e risco. Tecnologia é importante demais para ficar nas mãos de engravatados que não sabem nem como funciona o mercado.
O pior nem é o dinheiro jogado no lixo de saída, mas o efeito colateral do desperdício estatal. Gastando dois bilhões numa IA estatal inútil, os burocratas vão sentir a necessidade visceral de justificar o fracasso. Vão querer forçar o uso dessa porcaria em órgãos públicos, na educação e na saúde, gerando mais ineficiência, custos ocultos e trapalhadas. O projeto começa errado na origem e termina em desastre completo, acumulando mais prejuízos na conta do pagador de impostos.
A corrida para criar modelos de base da IA já passou. O livre mercado global já definiu os vencedores e a fronteira da inovação. O valor real agora está nas aplicações práticas geradas pela iniciativa privada nas trocas voluntárias entre as pessoas. Mas enquanto o mundo avança criando valor real, a mentalidade estatista brasileira quer gastar bilhões para recriar a roda e, simultaneamente, trabalha para sufocar quem tenta inovar no país.
Reparem na contradição absurda: de um lado, torram bilhões em IA estatal. Do outro, a sanha regulatória não para. Falam em proibir, regulamentar e dar tiro no pé da economia. Toda vez que o Estado regulamenta uma tecnologia emergente, aleija os pesquisadores locais inventando problemas imaginários. Olha a paranoia do TSE com os deep fakes: ficaram apavorados querendo proibir tudo, mas na prática o mercado se adaptou e ninguém caiu naqueles apocalipses burocráticos. A regulação estatal só serve para proteger o monopólio do poder e atrasar o progresso.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Enquanto o mundo livre prospera pela descentralização, o Brasil continua refém de um estamento burocrático arrogante e gastador. Vão torrar dois bilhões em dois trambolhos inúteis, alimentar guerras geopolíticas imbecis e impor mais regras e impostos para pagar a conta da própria incompetência. O planejamento central só produz escassez e desperdício.
A única saída para a prosperidade é o livre mercado, a liberdade individual e o fim da interferência estatal na economia. Lembre-se sempre: imposto é roubo, o Estado é um parasita e todo gasto público é assalto contra o seu futuro. O que você acha dessa dinheirama jogada no lixo? Deixe seu comentário, comente aqui embaixo, meta o dedo no like, se inscreva no canal e até a próxima!