BRASIL E MUNDO — Abertura
Olha aí o aparato estatal mostrando de novo a sua verdadeira face. O ex-chefe de gabinete do Lula, Marco Aurélio Santana Marcola, o braço direito do supremo líder, foi pego com a boca na botija recebendo minuta de contrato para vender canabidiol direto pro Ministério da Saúde.
É a velha história de sempre: a turma do poder usando o monopólio da violência e a burocracia estatal para mover influência, intermediar negócios milionários com o dinheiro público e parasitar o pagador de impostos.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
E não adianta vir com narrativa mole de que o sujeito era apenas um espectador passivo. A Polícia Federal encontrou no celular da empresária Roberta Luxinger, amiga do Lulinha, o envio desse contrato para o Marcola. O cara não estava só olhando de fora, ele era integrante ativo da turma. E por que esse negócio absurdo com o Ministério da Saúde não foi fechado? Não foi por causa de qualquer tipo de integridade da burocracia estatal ou checagem de ética, mas unicamente porque estourou antes o escândalo do INSS! Foi a operação Sem Desconto que abortou a mamata antes da canetada final. Se a roubalheira do INSS não tivesse explodido, o seu dinheiro cobrado sob coerção já teria ido parar no bolso dessa quadrilha.
Aí você olha as justificativas dessa gente e dá vontade de rir para não chorar. Quando a Polícia Federal descobriu as transferências financeiras da empresária para o ex-chefe de gabinete, qual foi a desculpa do burocrata? Falou que era um 'empréstimo já quitado'. Um empréstimo sem contrato, sem registro, sem nenhuma evidência formal prévia! É a piada pronta. O sujeito é pego com repasse de dinheiro suspeito e simplesmente inventa a historinha do empréstimo camarada depois que a polícia bate na porta. Em qualquer lugar sério, essa narrativa furada por si só já seria tratada como pura e simples tentativa de obstrução de justiça.
Mas a cara de pau não para por aí. Quando a PF foi questionar o Marcola sobre as conversas e pediu o celular dele para averiguar, adivinhe só o que aconteceu? O burocrata soltou que 'trocou de aparelho duas vezes' e que não tinha mais nenhuma mensagem guardada. Disse até que recebeu a minuta do contrato e nem olhou, deixou parada no celular. Acredita nisso quem quer! O sujeito percebe que a casa caiu, corre para apagar mensagens, troca de aparelho duas vezes e acha que todo mundo é otário. Só que o feitiço vira contra o feiticeiro, porque o celular da Roberta Luxinger continha todo o histórico preservado. A burocracia é tão ineficiente que nem para apagar provas os caras têm competência.
Enquanto isso, o Lulinha já acumula três inquéritos diferentes na Polícia Federal investigando crimes de tráfico de influência e corrupção. Três! E como a cúpula governamental reage diante de mais esse desgaste gigantesco envolvendo Lulinha, Marcola e companhia? Entram em pânico absoluto. Em vez de prestarem contas do dinheiro alheio que administram, a estratégia do partido é partir para o contra-ataque requentando histórias antigas, como a polêmica do caso Dark Horse envolvendo o Flávio Bolsonaro. Eles tentam vender a narrativa ridícula de que a imprensa tradicional estaria 'escondendo' fatos para prejudicá-los e favorecer a oposição.
É de um cinismo inacreditável. Os caras ocupam o topo da pirâmide estatal, mandam no orçamento bilionário, controlam a máquina pública inteira e ainda querem posar de vítimas 'anti-sistema'. Meu amigo, o sistema são vocês! Vocês são a própria encarnação da coerção estatal. Quando o governo recorre a cortina de fumaça para rebater investigações policiais concretas sobre sua própria patota, fica evidente que eles não têm argumento nenhum para se defender das evidências materiais achadas nas conversas.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Isso é o Estado em sua essência mais pura: uma máquina de extrair recursos do indivíduo produtivo através do roubo institucionalizado dos impostos, para depois redistribuir esse espólio entre amigos do rei, assessores e laranjas em esquemas de gabinete. Burocracia e ministérios não existem para proteger sua saúde, existem para criar dificuldades e vender facilidades para quem tem o contato certo no WhatsApp.
Enquanto você rala duro para sustentar essa máquina parasitária sob ameaça de punição estatal, a turma do poder troca favores nos bastidores de Brasília. Pare de esperar soluções de quem cria os seus problemas. O indivíduo só será livre quando entender que imposto é roubo e o Estado é o seu maior inimigo.