BRASIL E MUNDO — Abertura

O espetáculo do teatro político do Estado nunca falha em entregar vexames memoráveis, mas a sabatina do Lula no Jornal Nacional conseguiu quebrar recordes de cinismo. Vimos ao vivo o líder da máquina estatal ser encurralado por mentiras bobas, demonstrando exatamente como opera a mentalidade de quem passa a vida inteira parasitando o trabalho alheio e monopolizando o poder.

O sujeito foi confrontado com mensagens interceptadas pela Polícia Federal e fotos oficiais, mas a reação instintiva do burocrata-chefe foi simplesmente negar a própria física do universo. É a arrogância típica de quem acha que o pagador de impostos é um idiota adestrado para aceitar qualquer narrativa inventada no topo da pirâmide estatal.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos aos fatos expostos na sabatina. A Polícia Federal obteve mensagens da empresária e lobbista Roberta Luxinger, nas quais ela afirma categoricamente que o supremo líder da corte estatal teria oferecido a ela a escolha de cargos na estrutura do governo. Uma prática que todo mundo sabe que é a moeda de troca padrão no balcão de negócios da política centralizada. Mas o ápice do cinismo veio quando a jornalista perguntou se ele havia recebido essa senhora no Palácio do Planalto.

A resposta do sujeito foi sem pestanejar: falou que nunca viu essa moça na vida, que nunca conversou e que ela jamais pisou lá. Só tem um pequeno detalhe que desmonta a farsa imediatamente: existem diversas fotos de ambos juntos, inclusive registros explícitos feitos no interior do próprio Palácio do Planalto. O sujeito poderia ter dito que a conhecia, mas que jamais ofereceu cargo. Mas não! O instinto primário do político profissional é mentir de forma compulsiva e totalitária.

Isso mostra com clareza cristalina como a casta política enxerga a população. Para o governante habituado ao monopólio da coerção e ao orçamento bilionário extraído à força do seu bolso, a verdade é apenas uma variável irrelevante. Se existem fotos públicas provando a presença da lobbista no gabinete presencial mantido pelo seu imposto roubado, a solução da burocracia não é assumir o erro. A solução é fingir amnésia e exigir que a sociedade aceite a farsa.

E o circo de autoritarismo continuou. Quando questionado sobre a gestão catastrófica das contas públicas e o rombo fiscal do seu governo, o líder estatista resolveu dar bronca na entrevistadora. Exigiu que a jornalista começasse a pergunta elogiando superávits primários de duas décadas atrás. Olha a audácia desse pessoal! O cara está destruindo o poder de compra hoje, aumentando impostos e sufocando o pagador de impostos com gastos descontrolados, e acha que o povo deve gratidão eterna por contas de 20 anos atrás.

É fundamental lembrar: o Estado não produz absolutamente nenhum valor! Todo esse discurso de superávit nada mais é do que ostentação com dinheiro alheio. O governo não gera riqueza; ele extorque a riqueza gerada pelo indivíduo na iniciativa privada por meio de impostos compulsórios. Se sobrou dinheiro na caixa do leviatã no passado, foi porque a população foi espoliada com eficiência. Reclamar que a imprensa não faz elogios ao governante é o suprassumo do delírio megalomaníaco.

O que a sabatina expôs não foi uma falha pontual de um indivíduo, mas o funcionamento estrutural da máquina estatal. De um lado, jornalistas tentando arrancar alguma lógica de quem domina o aparelho repressivo do Estado; do outro, um político veterano que trata os recursos públicos e os cargos do governo como espólio pessoal a ser distribuído entre comparsas. O Estado é isso: uma máquina de criar incentivos perversos onde a mentira compensa e a verdade é punida.

Nenhum burocrata em Brasília se importa com a sua liberdade, com o seu trabalho ou com o seu futuro. A preocupação deles é manter a máquina de moer gente funcionando a todo vapor para sustentar o banquete dos privilégios. Enquanto a sociedade continuar buscando salvação na figura de políticos arrogantes que mentem olhando para a câmera, continuaremos afundados nessa miséria moral e econômica patrocinada pela burocracia central.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Não existe político salvador. A própria existência do Estado com seu monopólio da violência é o que permite que figuras assim decidam como o seu dinheiro será gasto e quais lobbistas frequentam os palácios sustentados pelo seu suor.

Abra os olhos. A única defesa válida contra essa corja é a autonomia individual, o livre mercado e a descentralização do poder. Se você quer de fato parar de ser enganado por mentiras estatais, rejeite o sistema. Deixe seu comentário, se inscreva no canal e nunca se esqueça: imposto é roubo e o Estado é uma gangue.