BRASIL E MUNDO — Abertura
Imposto é roubo, e a inflação é o roubo estatal promovido na surdina. O governo torra o seu dinheiro como se não houvesse amanhã, destrói o poder de compra da moeda e agora, pasmem, quer usar a força do Estado para proibir você de tirar foto do preço da comida no supermercado!
O desespero da classe política bateu no teto, e a única ferramenta que o leviatã conhece para cobrir as próprias cagadas é a censura descarada.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
A campanha do Lula decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral para pedir a abertura de investigação contra postagens nas redes sociais. E qual é o grande crime da população? Mostrar a realidade. Pessoas comuns estão tirando fotos das prateleiras, comparando o preço dos alimentos entre 2023 e 2024 e expondo a alta absurda no custo de vida. A resposta da burocracia estatal? Rotular a constatação da verdade como 'material inautêntico' e 'disparo em massa'. Inautêntico como, se a etiqueta do preço tá lá, colada na prateleira do mercado para todo mundo ver?
Essa é a manobra clássica de qualquer regime centralizador: em vez de estancar a gastança e consertar o estrago que causou, o aparato político prefere calar a boca de quem aponta o problema. O governo gasta sem nenhum freio moral ou orçamentário para beneficiar a companheirismo, empreiteiros e burocratas do sistema. Aí, quando a conta dessa farra fiscal chega na forma de inflação descontrolada, os tecnocratas fingem surpresa.
E olha a piada da solução estatal: a taxa de juros escorchante. Os planejadores centrais acham que juros altos resolvem qualquer tipo de inflação. Juros altos até seguram a compra de bens de alto valor, como um carro zero ou um apartamento novo, porque o indivíduo pode adiar o consumo e deixar o dinheiro rendendo na renda fixa. Só que comida não funciona assim. Ninguém troca o almoço por uma aplicação no Tesouro Direto. Comida é necessidade básica vital. Se você não come, você morre. A demanda por alimentos é inelástica, e é por isso que o preço da comida continua subindo e esfolando o trabalhador, mesmo com essa taxa de juros insana.
Mas o Estado nunca assume a responsabilidade pelos seus próprios fracassos. Quando a economia vai para o buraco por incompetência e interferência governamental, eles precisam fabricar uma narrativa de bode expiatório. Em 2018, a desculpa da derrota iminente eram os 'disparos no WhatsApp'. Agora, a imprensa alinhada e os burocratas inventaram que a queda do governo nas pesquisas ocorre por causa de 'postagens gamificadas sobre preço de comida'. Na cabeça surreal dessa gente, o povo não está revoltado porque o feijão tá caro, mas sim porque foi supostamente hipnotizado por robôs virtuais.
E a hipocrisia é tão descarada que beira o ridículo. A esquerda chora contra a suposta 'gamificação' das redes pela oposição, enquanto a própria campanha governista opera abertamente o programa 'Seja um porta-voz do Lula'. Um sistema que usa grupos de WhatsApp, distribui figurinhas, passa missões diárias de mobilização e dá pontos e prêmios para quem compartilha a propaganda oficial. Ou seja: quando o monopólio político faz uso de redes e disparos para promover o líder supremo, é 'mobilização democrática'. Quando o indivíduo indignado posta a foto do prato vazio, vira 'ameaça ao sistema'.
A verdade incômoda que a burocracia de Brasília se recusa a aceitar é que a internet não responde ao volume de mensagens forçadas, mas sim à força da realidade. Argumento ruim, baseado na defesa de Estado gigante, roubo via imposto e controle central, não engaja organicamente nem se você colocar 50 mil militantes para repetir a mesma besteira. Por outro lado, a foto da nota fiscal do supermercado não precisa de robô para viralizar. Ela se multiplica sozinha porque reflete a dor real de milhões de pessoas que sentem o peso do leviatã no bolso todos os dias.
O desespero dos ministros e dos políticos em querer regrar Big Techs e podar a liberdade de expressão é o sintoma claro de um sistema falido que perdeu a narrativa. O império da coerção estatal treme quando o cidadão comum ganha voz e expõe a podridão do status quo sem intermediários.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O Estado te rouba na origem através dos impostos, te rouba na ponta destruindo a moeda com inflação e ainda quer usar o tribunal para te proibir de reclamar do preço da comida. A culpa do custo de vida não é da internet, é do leviatã gastador.
Não se submeta à narrativa oficial. Tire foto, mostre a verdade, defenda sua liberdade individual e lembre-se sempre: quanto maior o Estado, menor é o indivíduo.