BRASIL E MUNDO — Abertura
Você aí trabalhando quarenta horas por semana para sustentar a máquina estatal, e o filho do presidente vivendo confortavelmente na Europa. Mas calma, segundo os burocratas do partido, ele tá passando por 'condições precárias' em Madri!
Pois é. O ministro André Mendonça liberou o sigilo dos processos no STF, a poeira subiu, e o que apareceu no meio da bagunça? Uma empreiteira cheia de contratos bilionários com o governo federal é quem estaria pagando a conta do nobre herdeiro no exterior.
Surpreso? Só quem ainda acredita na caridade de políticos. Vamos entender como funciona esse verdadeiro capitalismo de laços alimentado pelo seu dinheiro.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Primeiro, vamos dar risada do malabarismo retórico. O vice-presidente do PT, Washington Quaquá, teve a cara de pau de ir a público dizer que o Lulinha vive de forma 'espartana', em 'condições precárias' na Espanha. Meu amigo, Madri é uma das capitais mais caras da Europa! Mesmo que você tente viver com o mínimo, o custo de vida lá arranca o couro de qualquer um. E a Espanha, cheia de intervenções socialistas e regras trabalhistas sufocantes, entrega salários baixíssimos em relação ao custo de vida local. Só que o Lulinha não tá lá procurando emprego no mercado formal; ele tá muito bem acomodado na capital espanhola.
E por que o rapaz escolheu justamente a Espanha para morar? Porque a água começou a bater na bunda aqui no Brasil. Quando o Supremo derrubou o sigilo de diversos inquéritos, a farsa começou a ruir rápida. O pessoal do Palácio do Planalto entrou em pânico. A história da tal Roberta Luxinger, que distribuía supostos 'empréstimos' que na verdade eram repasses diretos para assessores e gente ligada ao gabinete do Lula e ao escândalo do INSS, foi só a pontinha do novelo de lã. A polícia começou a puxar e viu que tinha muito mais podridão escondida nas gavetas estatais.
Agora a investigação avança e aponta o caminho do dinheiro que sustenta o filho do presidente no exterior. Os investigadores já avisaram: não é a Odebrecht, mas o filme é exatamente o mesmo que a gente cansou de assistir. Uma empreiteira brasileira, abarrotada de contratos bilionários custeados pelo pagador de impostos, é quem estaria bancando a rotina do Lulinha em Madri. Isso não é mercado livre, isso não é concorrência; é o puro e simples corporativismo estatal sustentado pela coerção do imposto.
Veja como o incentivo perverso do Estado funciona na prática. O governo extorque o cidadão comum por meio de tributos pesados sob a falsa promessa de entregar saúde e segurança. Em seguida, pega essa montanha de dinheiro arrecadado e distribui para empreiteiras parceiras através de licitações viciadas e contratos astronômicos. A empresa abocanha bilhões do orçamento público e, em troca, 'ajuda' a manter a família da elite política muito bem instalada no exterior. É uma troca de favores paga com o sangue de quem trabalha.
Trata-se da simbiose perfeita entre o parasita estatal e o empresário compadrado. O Estado cria a burocracia, vende as facilidades e usa a empresa parceira como pagadora de mesada. Enquanto a polícia vasculha as pilhas de documentos liberados após o fim do sigilo, surgem novas revelações envolvendo figuras do gabinete presidencial, repasses maquiados e favores cobrados dos bastidores em Brasília.
O Lulinha não foi para Madri a passeio; ele foi porque sabe o tamanho do problema que o espera no Brasil. Ele sabe que a proteção política pode falhar quando as disputas de poder no Judiciário esquentam. Mesmo com o STF se batendo sobre a distribuição dos inquéritos entre os ministros, o volume de indícios de repasses suspeitos é tão gritante que morar fora do país virou a única opção confortável para quem quer evitar explicações à justiça.
A verdade nua e crua é que esse tipo de escândalo não é uma exceção do sistema; é a própria essência do modelo estatal. Onde existe um pequeno grupo com poder absoluto para assaltar a sociedade via impostos e distribuir verbas bilionárias, sempre haverá esquemas de favorecimento pessoal. O parasitismo é a regra. E quem paga essa fatura no final do dia é você, que acorda cedo para ver metade do seu esforço confiscado em guias de impostos.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Então, quando você ouvir algum político falando sobre 'condições espartanas' ou 'justiça social', lembre-se do filho do presidente vivendo na Europa às custas de uma empreiteira cheia de contratos com o governo. O roubo institucionalizado tem carimbo oficial e endereço em Madri.
Cansou de sustentar mordomia de político e empreiteiro amigo do rei? Deixe seu like, se inscreva no canal e compartilhe esse vídeo. Lembre-se: imposto é roubo e o Estado é uma gangue. Até a próxima!