BRASIL E MUNDO — Abertura

Pois é, o circo da democracia estatal resolveu dar mais uma pirueta. Pablo Marçal conseguiu registrar sua candidatura à presidência pelo PRTB no apagar das luzes do prazo eleitoral.

A burocracia da Justiça Eleitoral ficou maluca, mas uma liminar garantiu o sujeito no sistema. E advinha? O segundo pelotão da política tradicional entrou em pavor absoluto.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Para entender o nível do absurdo, o indivíduo acumula três condenações no TRE de São Paulo e foi declarado inelegível por oito anos. O grande crime? Pedir cortes de vídeos e usar a internet de forma eficiente na campanha de 2024.

A burocracia estatal chama isso de uso indevido dos meios de comunicação. É a velha história do jogador que chora para o juiz porque o adversário sabe jogar melhor. Se o campo é o mesmo para todo mundo, por que os outros políticos não fizeram o mesmo em vez de correr para pedir censura e inelegibilidade?

A decisão judicial autorizou a filiação de Marçal com efeito retroativo a quatro de abril. Agora a candidatura está lá, registrada no sistema e aguardando julgamento. O Estado adora manter todo mundo pendurado na lâmina da caneta de um burocrata de toga.

Sejamos claros: Marçal é um vendedor de ilusões com uma plataforma política fofa e cheia de propostas estatais genéricas. Não tenho simpatia nenhuma pelo projeto dele. Mas no quesito comunicação, ele atropela figuras apagadas como Zema, Caiado e Renan Santos.

Na frente da corrida, pouco muda. Flávio Bolsonaro e Lula continuam polarizando porque a base bolsonarista de trinta por cento é consolidada. O estrago do Marçal é justamente na rabeira, tirando o oxigênio de quem tenta se viabilizar como alternativa.

A verdade é que o sistema odeia qualquer elemento imprevisível que fuja do roteiro dos burocratas. A Justiça Eleitoral opera como um cartório monopolista que decide quem tem o privilégio de receber seu voto e quem deve ser varrido do mapa.

Não importa se a candidatura vai ser impugnada no TSE ou não. O simples fato de uma liminar bagunçar o tabuleiro mostra o quão frágil e artificial é esse teatro político financiado com o seu dinheiro.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Enquanto o eleitor se diverte torcendo para o candidato A ou B ser liberado pelo juiz, a máquina estatal continua firme abocanhando metade da sua renda em impostos.

Deixe seu comentário, se inscreva no canal e lembre-se: nenhuma mudança real virá do monopólio da coerção. A liberdade é individual. Até a próxima.