BRASIL E MUNDO — Abertura
O Estado te cobra uma montanha de impostos com a justificativa esfarrapada de garantir a soberania nacional e proteger a sua vida. Aí o próprio Ministro da Defesa vai a público e solta a pérola: se uma potência resolver invadir o Brasil, a nossa grande estratégia militar é simplesmente abrir o portão.
É isso mesmo que você ouviu. A burocracia estatal confisca metade do fruto do seu trabalho o ano inteiro, mas na hora do vamos ver, o plano oficial de defesa do aparato estatal é render-se de imediato e ainda servir um cafezinho para o invasor.
Bem-vindos ao teatro do monopólio da violência, onde o governo te extorque diariamente, mas admite abertamente que não tem capacidade nem para consertar a tranca do portão.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos aos fatos sem maquiagem burocrática. O ministro da Defesa, José Múcio, declarou com todas as letras durante a abertura de um evento na Confederação Nacional da Indústria, a CNI, o que faria caso os Estados Unidos decidissem invadir o Brasil. A resposta dele foi direta: teríamos que abrir o portão. Ele complementou explicando que o Brasil não possui equipamento militar para enfrentar uma força desse porte e que não teria sequer dinheiro para reparar os danos ou consertar o portão depois.
Agora analise o tamanho do absurdo e a contradição inerente à própria existência do Estado. A narrativa oficial para justificar o imposto — que nada mais é do que roubo institucionalizado — é a necessidade de bancar a defesa territorial e a ordem pública. No entanto, quando o chefe supremo da pasta da defesa abre a boca em um evento público, ele confessa a total ineficiência e incapacidade da máquina que ele mesmo comanda.
E o timing dessa declaração expõe o ridículo da nossa diplomacia. Tudo isso acontece enquanto o Lula insiste em adotar uma postura de confrontação com os americanos. O chefe do Executivo adora arrotar arrogância internacional, buscando alinhamento com China, Rússia e toda a velha comunistada falida espalhada pelo planeta. Ele tenta se projetar como o líder soberano e corajoso que peita o império.
Só que o comportamento do governante brasileiro é idêntico ao daquele cachorrinho de portão. Enquanto a grade de ferro está fechada, o bicho late furiosamente, rosna e finge que é uma fera perigosa. Mas no momento em que alguém abre o portão, o cachorro abaixa o rabo e fica completamente quieto. A fala do próprio ministro Múcio escancarou essa farsa: o governante finge ser valente no microfone, mas sabe que comanda uma estrutura falida.
Obviamente, o Brasil não tem motivo real para entrar em conflito militar com os Estados Unidos. Somos parceiros comerciais, aliados históricos e a disparidade de forças é óbvia. Não faz o menor sentido alimentar paranoias bélicas. O problema é que a provocação política do Lula cria custos e riscos desnecessários para a população, enquanto o próprio governo sabe que não possui nenhuma margem de manobra ou capacidade de resposta.
Chega a ser patético ver o sujeito responsável pela integridade do país ir a público assumir que a defesa nacional é uma completa ilusão. Do ponto de vista prático, o Múcio só foi realista. Ele sabe que a superioridade militar americana é devastadora. O ponto central aqui não é a força dos Estados Unidos, mas sim a fraude sistemática praticada pelo Estado brasileiro contra os seus pagadores de impostos.
O indivíduo é obrigado a bancar ministérios, generais, burocracia e privilégios estatais ao custo de bilhões de reais todos os anos. E qual é o retorno garantido por esse monopólio estatal? A certeza declarada de que, se o perigo bater à porta, o governo simplesmente recolhe as armas e entrega as chaves da sua casa.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O Estado é um falso protetor. Ele te extorque alegando que vai te defender dos perigos do mundo, mas na primeira ameaça real, ele entrega o seu destino de bandeja e diz que não tem verba nem para arrumar a porta.
Até quando você vai continuar sustentando essa estrutura parasitária que só serve para sustentar o ego de políticos e burocratas? Assuma a responsabilidade pela sua própria vida, busque a descentralização e pare de confiar na segurança prometida por quem já avisou que vai abrir o portão.