BRASIL E MUNDO — Abertura
Você já reparou como a elite estatista adora explicar a realidade do alto de suas bolhas engomadas? A nova pérola da vez vem direto da imprensa tradicional: segundo a comentarista Miriam Leitão, a inflação está ótima, os números do IBGE são perfeitos e o seu problema no supermercado é meramente uma “sensação de pobreza”.
É exatamente isso que você ouviu. Para os porta-vozes do regime, o preço dos alimentos não está caro. É o trabalhador que é impressionável demais e não consegue apreciar a mágica matemática produzida pela burocracia estatal.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Essa ginástica mental para defender o indefensável chega a ser cômica, se não fosse trágica. O governo gasta sem nenhum freio, destrói o poder de compra da moeda e entope o cidadão de tributos. No final, quando você não consegue encher o carrinho de compras, a narrativa oficial afirma que a culpa é do seu psicológico.
Vamos ser diretos: imposto é roubo, e a inflação é o imposto velado mais perverso que existe. O Estado usa a inflação para financiar seu próprio parasitismo. Mas na visão distorcida do establishment, o burocrata que calcula os índices oficiais sabe mais sobre a sua vida do que o seu próprio bolso. Quando o governo insiste em injetar rios de dinheiro em programas assistenciais para comprar apoio político, a esquerda comemora achando que está criando riqueza. Isso é uma ilusão infantil.
Todo e qualquer gasto governamental é, por definição, um desperdício absoluto de recursos. Se aquele gasto fosse realmente útil ou produtivo, a iniciativa privada já teria feito de forma voluntária e eficiente. O governo é estruturalmente menos inteligente e menos eficiente do que a sociedade. Portanto, cada decisão de gasto estatal é uma decisão ruim que joga dinheiro fora.
Para o governo dar um tostão a um grupo específico através de esmolas estatais, ele precisa antes arrancar dez tostões do resto da população. A ineficiência da máquina pública garante que o valor retirado da sociedade seja brutalmente maior do que qualquer benefício devolvido. A conta simplesmente não fecha para quem produz.
E o que a imprensa alinhada faz quando o resultado dessa gastança desenfreada chega ao consumidor? Recorre ao malabarismo numérico. Alardeiam que a batata caiu alguns centavos, que o tomate estabilizou e que o índice oficial pode até registrar taxa negativa em algum mês. Mas o indivíduo real pega uma nota de cem reais e vê que ela não compra quase nada. Comparações diretas de preços mostram com clareza o salto absurdo no custo de vida nos últimos tempos.
O ápice do sarcasmo é ver figuras da aristocracia aristocrática socialista, que sequer pisam num supermercado para fazer compras do dia a dia, querendo dar lição de moral na dona de casa. Para essa casta protegida pelo sistema, a economia real é apenas um amontoado de gráficos abstratos usados para justificar o próximo saque no bolso do contribuinte.
O Estado detém o monopólio da violência e o controle da moeda. Quando ele dilui o valor do seu dinheiro para custear a maquina pública, ele destrói a sua liberdade individual e a sua capacidade de poupar. Atribuir o empobrecimento geral a uma mera 'sensação' é um insulto direto ao indivíduo que luta diariamente para sobreviver ao leviatã estatal.
A verdade não depende de carimbo de burocrata. Se as trocas voluntárias no mercado mostram que seu dinheiro vale menos, a moeda foi corroída pela gastança do governo. Nenhuma propaganda na televisão consegue apagar a realidade do empobrecimento provocado pelo Estado.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Enquanto você esperar verdade de quem vive do dinheiro pagador de impostos, continuará sendo enganado. O governo gasta, a imprensa passa pano e a sociedade paga a conta da escassez.
Proteja o seu patrimônio, busque a descentralização e não caia na conversa da burocracia. Se você defende a liberdade e o mercado livre, deixe seu like, se inscreva no canal e até a próxima.