BRASIL E MUNDO — Abertura
Amanhã é Dia dos Pais, uma data que deveria tratar de laços familiares, afetividade e da responsabilidade de criar seres humanos para a vida. Mas no Brasil, o arbítrio e a coerção do leviatã estatista fazem questão de lembrar diariamente quem se julga o dono das nossas vidas.
A mais recente demonstração de despotismo estatal veio, para surpresa de zero pessoas, do gabinete supremo de Brasília. O ministro Alexandre de Moraes negou sumariamente o pedido para que Jair Bolsonaro receba a visita dos próprios filhos neste domingo.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
A defesa do ex-presidente apresentou a solicitação no dia 5 de agosto, alegando razões de caráter estritamente humanitário e familiar para o encontro. A resposta do aparato estatal, contudo, foi a imposição da força bruta e da negação burocrática.
Moraes manteve a restrição estabelecida na decisão de 17 de julho, que determinou um prazo de 30 dias limitando as visitas exclusivamente a médicos, fisioterapeutas e advogados. A justificativa oficial da tirania estatal? A simples leitura de uma carta pelo senador Flávio Bolsonaro. O Estado considera que o intercâmbio de palavras e ideias é um perigo tão grande que justifica rasgar o direito individual à convivência familiar.
Agora, repare na contradição perversa que expõe a podridão do monopólio da violência. O mesmo Estado que nega a um pai o direito de ver os filhos no Dia dos Pais concede alegremente o benefício da 'saidinha' temporária para milhares de criminosos condenados por homicídios e roubos violentos.
Indivíduos que violaram gravemente a vida e a propriedade de terceiros recebem autorização do judiciário para passear nas ruas sob a justificativa estapafúrdia de 'integração familiar'. Até figuras notoriamente condenadas pelo assassinato dos próprios pais já usufruíram dessa regalia estatal no passado. Mas para o opositor político do regime, a regra é o rigor absoluto e o sadismo institucional.
Quando um burocrata precisa recorrer a tamanha mesquinharia para demonstrar autoridade, isso não é sinal de força; é evidência clara de fraqueza e pavor. O leviatã tem horror à liberdade de expressão e teme que a simples convivência humana desmonte a narrativa oficial construída pelo sistema.
Enquanto artistas e elites estatistas do Leblon comemoram a expansão do controle estatal porque o sistema funciona para os privilégios deles, a população pagadora de impostos percebe a realidade: as leis e o judiciário não existem para garantir a justiça ou proteger direitos, mas para manter a hegemonia da casta no poder.
Quanto mais o aparato estatal persegue e impõe punições desarrazoadas aos seus críticos, mais ele escancara a sua verdadeira natureza coercitiva. Não se trata de defender políticos, mas de repudiar um sistema onde burocratas não eleitos controlam até a permissão para um abraço familiar.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O Estado é uma estrutura parasitária fundada na coerção e no arbítrio. Se a sociedade continuar aceitando passivamente que fiscais de toga determinem a dinâmica das relações pessoais mais básicas, a liberdade individual continuará sendo mero eufemismo.
Se você compreende que o livre mercado e a descentralização são os únicos caminhos contra a tirania estatal, inscreva-se no canal, deixe seu like e rejeite o leviatã. Até a próxima!