BRASIL E MUNDO — Abertura

A Polícia Federal deflagrou mais uma fase da Operação Sem Desconto, e adivinha quem caiu na rede? O senador Weverton Rocha, ninguém menos que o vice-líder do governo Lula no Senado. O sujeito é acusado de operar um esquema criminoso que garfava o bolso dos aposentados do INSS.

Sim, o leviatã estatal não se contenta em extorquir você a vida inteira com impostos; ele ainda cria facilidades para os seus próprios burocratas roubarem até a aposentadoria das pessoas. O espetáculo da corrupção estatal nunca para.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos aos fatos escancarados pela própria investigação: a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra familiares de Weverton Rocha e contra o advogado Willer Tomás, aquele velho conhecido que já figurava nos esquemas da Lava-Jato. A esposa do senador, Sâmia Rocha, recebeu mais de 11 milhões de reais de empresas ligadas a esse mesmo advogado. Você acha mesmo que isso é prestação de serviço privado ou é só o bom e velho propinoduto do Estado funcionando a todo vapor?

A ordem para a operação veio direto das mãos do ministro André Mendonça, do STF. E aqui vale observar os bastidores desse hospício chamado Brasília: Weverton Rocha não é apenas o vice-líder do governo no Senado, ele é aliado histórico e amicíssimo de Flávio Dino, hoje ministro da Suprema Corte. Curioso, não? Em meio às disputas internas e ao jogo de poder escuso no judiciário, Mendonça assina a operação que atinge em cheio o núcleo político de Dino. É a guerra aberta no topo da pirâmide estatal, onde pistoleiros de toga e políticos trocam chumbo usando a máquina pública como escudo e arma.

Mas o que a Polícia Federal descobriu no celular do próprio senador é uma verdadeira aula sobre como a máquina estatal funciona na prática. Segundo a decisão, Weverton exercia papel central na estrutura do roubo. O que ele fazia? Ele usava a sua caneta mágica de senador para formular demandas, passar decretos e criar facilidades legais para que empresas de fachada pudessem aplicar descontos indevidos e irregulares na folha dos beneficiários do INSS. Em troca, essas empresas irrigavam a conta da esposa dele com milhões.

Olha o nível de canalhice que a burocracia estatal permite: o político usa a força da lei, o monopólio da coerção, para escancarar as portas do sistema previdenciário e permitir o saque na conta do cidadão. E depois, como pagamento pelo serviço prestado à quadrilha, exige o seu troco. Em um dos episódios citados pela investigação, o próprio Weverton cobrou diretamente um repasse de 500 mil reais de uma operadora financeira do esquema. A resposta da operadora? Disse que ia confirmar com o advogado Willer Tomás e, horas depois, o dinheiro caiu redondinho na conta da mulher do senador. É a propina sem intermediários, sem vergonha e garantida pelo poder público.

E para onde foi esse dinheiro extorquido dos velhinhos do INSS? A Polícia Federal identificou uma rede complexa de blindagem patrimonial: compra de imóveis, veículos de luxo, aeronaves, propriedades rurais e até emissoras de radiodifusão, tudo em nome de laranjas e empresas de fachada para ocultar o patrimônio. Enquanto o trabalhador brasileiro é obrigado sob ameaça de prisão a sustentar o INSS — esse grande esquema Ponzi estatal fadado à falência —, a elite política usa o mesmo INSS como caixa eletrônico privado para comprar jatinho e fazenda.

Esse é o retrato perfeito do parasitismo estatal. A população é forçada a entregar o fruto do seu trabalho a um sistema falido e coercitivo, acreditando que o Estado vai cuidar do seu futuro. No final, o Estado entrega inflação, miséria e uma corja de parasitas que se articula com advogados influentes para roubar até o pouco que sobra no bolso do aposentado. Tiraram essa quadrilha do poder no passado e o brasileiro, na sua ingenuidade democrática, achou que fazer o L mudaria alguma coisa. O resultado está aí: os mesmos atores, os mesmos métodos e o mesmo roubo sistêmico.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Não existe salvador da pátria dentro do Estado, porque a própria estrutura estatal existe para isso: concentrar poder e espoliar o indivíduo. Enquanto você continuar acreditando na ilusão da regulação, da previdência pública e da justiça feita por burocratas, você continuará sendo a vítima perfeita desse teatro mofado.

Abra os olhos. A única saída para a verdadeira liberdade é a descentralização, o mercado livre e o fim da dependência dessa máquina de extorsão chamada governo. Lembrou de alguém que ainda confia no INSS? Compartilhe esse vídeo, se inscreva no canal e deixe sua opinião nos comentários. Até a próxima.