BRASIL E MUNDO — Abertura
O mofo estatal está ficando insuportável de esconder. O governo do amor acumula péssimas notícias, e nem a máquina de propaganda consegue disfarçar o cheiro de velharia das ideias centrais do PT. O eleitor está desanimado, e com toda razão: a realidade teima em desmentir os burocratas de Brasília.
Temos pesquisas BTG Nexus mostrando o avanço da oposição com Flávio Bolsonaro, a base aliada balançando com Podemos e Republicanos avaliando desembarcar do governo e, para coroar, mais uma enxurrada de escândalos envolvendo a família do topo da pirâmide estatal. O tal efeito Biden bateu forte na porta do Palácio do Planalto.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos aos fatos sem o filtro da imprensa chapa-branca. Lulinha acumula uma coleção impressionante de indiciamentos. Já perdi até a conta de quantos inquéritos sobre tráfico de influência estão abertos. É o caso das aposentadorias roubadas do INSS, é esquema no Ministério da Saúde com canabidiol, é rolo na Dataprev e influência escancarada nos gabinetes de Brasília.
Onde existe um tentáculo do Estado com orçamento bilionário, existe um burocrata ou um parente ilícito vendendo facilidades. O Estado não passa disso: uma máquina coercitiva que extorque o pagador de impostos para sustentar apadrinhados e negociotas de bastidor. Quanto maior o monopólio da violência e da burocracia, maior é o balcão de negócios ilícitos.
Aí vem a imprensa internacional, numa análise da BBC com especialistas americanos, falar do chamado efeito Biden. O PT padece do mesmo mal da esquerda americana: lideranças envelhecidas, mofadas e sem nada novo para oferecer ao eleitorado. Na verdade, as ideias do Lula não são apenas velhas como a figura dele; são ideias caducas de 1840, tiradas direto do Manifesto Comunista de Karl Marx.
É aquela obsessão jurássica por controle central, mais tributação, mais regulação e mais parasitismo. Como prometer algo novo se a única ferramenta que o Estado possui é o roubo institucionalizado via impostos e a emissão desenfreada de moeda para pagar o funcionalismo e a gastança pública?
E por que a esquerda brasileira não tem alternativa ao Lula? Porque o parasitismo estatal exige lideranças centralizadoras e inseguras. O Lula sempre pisou e destruiu qualquer nome novo dentro do próprio partido com medo de que fizessem sombra a ele. O PT hoje é uma terra estéril, um deserto intelectual sustentado por um culto à personalidade.
Quando esse dinossauro sair de cena, não fica nada. É a dinâmica natural dos tiranos de plantão: preferem ver a própria estrutura ruir a dividir o poder com um sucessor. O centralizador não tolera a livre concorrência nem mesmo no próprio quintal.
Mas a parte mais cômica do circo estatal é a tentativa desesperada de mascarar a economia. A narrativa oficial jura de pés juntos que os números vão bem. Claro! Colocam os burocratas de estimação para martelar os dados do IBGE até o gráfico encaixar no discurso do governo. Aí anunciam queda no desemprego, inflação sob controle e crescimento mágico.
Só que o cidadão comum sai do mundo da fantasia estatística e vai ao supermercado. Lá na ponta, no mercado real, o preço da comida continua escalando e o poder de compra do trabalhador é devorado dia após dia pela inflação, que nada mais é do que um imposto disfarçado cobrado pelo próprio governo.
Antigamente, essa manipulação funcionava. Na era da hegemonia do Jornal Nacional, você via os preços subirem no mercado do bairro e pensava: 'Ah, deve ser culpa do dono do mercado, porque a TV disse que a inflação no Brasil está baixa'. Existia um consenso social imposto pela grande mídia alinhada ao poder central. Hoje, a descentralização da informação destruiu esse monopólio da narrativa.
O indivíduo troca informações em tempo real com pessoas do país inteiro, enxerga o rombo nas contas públicas e percebe que o rei está completamente nu. A propaganda estatal perdeu a força contra a dura realidade do bolso do pagador de impostos.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
O governo pode tentar maquiar estatísticas no IBGE, pode usar verba publicitária extorquida do seu bolso para comprar apoio e pode tentar vender a imagem de um salvador da pátria renovado. Mas a verdade é implacável: o modelo estatista centralizador cansou. As pessoas finalmente estão entendendo que mais governo significa apenas mais impostos, mais inflação e mais escândalos nos gabinetes de Brasília.
Se você ainda espera alguma solução vinda de Brasília, lamento informar: o Estado é o problema, nunca a solução. Pare de sustentar a ilusão de que burocratas idosos com ideias do século dezenove vão salvar a sua vida. O futuro pertence à liberdade individual, ao mercado livre e à descentralização. Pense nisso. Até a próxima!