BRASIL E MUNDO — Abertura
A casta política de Brasília nos presenteia com mais um espetáculo mofado de desespero e assassinato de reputação. Sempre que o monopólio do poder centralizado se sente minimamente ameaçado por movimentos que fogem do script da oligarquia, a máquina estatal de esgoto entra em rotação máxima para moer oponentes e proteger seus privilégios.
A bola da vez é a indicação de Alfredo Gaspar para a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro. Uma escolha que pegou o establishment político totalmente de surpresa e acendeu o sinal vermelho de emergência nos gabinetes acarpetados do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
A patota da esquerda, capitaneada por figuras como Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, correu desesperadamente para desenterrar uma acusação mofada e absolutamente falsa de suposto estupro de vulnerável. Falaram grosso diante das câmeras, repetindo calúnias sem qualquer verificação, exatamente igual a papagaios adestrados pela narrativa oficial durante o encerramento do relatório da CPMI do INSS. Mas a verdade, como costuma acontecer quando lançamos luz sobre os parasitas de Brasília, desmonta o circo.
O fato concreto é que essa história é um caso antigo, lá de 2014, ocorrido em Alagoas, que já foi devidamente investigado, encerrado e arquivado pelas próprias autoridades da época. Ficou provado que a acusação envolvia um primo dele em uma relação consensual, e exames de DNA comprovaram cabalmente que Alfredo Gaspar não tinha absolutamente nenhuma relação com a história. Não existe vítima, não existe fato criminoso e não existe sequer o dolo imputado. Mas para quem vive da mentira coercitiva, a narrativa vale mais do que os fatos.
E observem como funciona a burocracia do cartel estatal: a Procuradoria-Geral da República pediu diligências para a Polícia Federal ainda no mês de maio para averiguar essa palhaçada. Sabem quando o Supremo Tribunal Federal se dignou a enviar a autorização para a Polícia Federal ir a campo? Apenas ontem. Seguraram o papelório durante meses a fio simplesmente porque sabem que não há rigorosamente nada para ser encontrado ali.
O ministro Gilmar Mendes agora finge aguardar relatórios da Polícia Federal e da PGR, mas a verdade é que não tem como fabricar um crime onde só existe fumaça política. O resultado imediato desse tiro no pé? O próprio Lindbergh Farias já baixou o tom e começou a falar mansinho nos bastidores, ciente de que responde a processo por calúnia cristalina. Quando a consequência bate à porta dos demagogos, até o mais ardente defensor do Estado descobre que inventar crimes contra terceiros pode custar caro.
Mas a pergunta fundamental que qualquer indivíduo racional deve se fazer é: por que a esquerda e a alta cúpula do judiciário estão tão desesperadas com a figura de Alfredo Gaspar? A resposta não tem nada a ver com moralidade pública ou justiça — afinal, o Estado desconhece por completo qualquer princípio moral. Trata-se puramente do xadrez pelo controle do aparato de coerção.
A indicação de Alfredo Gaspar fortalece de maneira direta a articulação política de Artur Lira no estado de Alagoas. E quando Artur Lira ganha musculatura para disputar e eventualmente conquistar uma vaga no Senado Federal, a estrutura do Olimpo brasiliense treme até as bases.
Entendam a mecânica do poder: Alexandre de Moraes precisa desesperadamente garantir a reeleição de Davi Alcolumbre na presidência do Senado no ano que vem. Alcolumbre é o grande escudo protetor de Moraes e da tirania togada. É ele o responsável por engavetar sistematicamente todos os pedidos de impeachment e garantir que o Supremo continue agindo como uma ditadura judiciária intocável, acima de qualquer regra ou escrutínio.
Se Artur Lira entra no Senado como um peso pesado da oposição ou de um bloco autônomo, a reeleição de Alcolumbre corre risco real. E sem Alcolumbre no comando da mesa diretora, a blindagem de Alexandre de Moraes simplesmente desmorona. É exatamente por isso que ocorreram reuniões secretas e de emergência entre Moraes, Lula e Alcolumbre. O cartel dos burocratas está em pânico com a possibilidade de perder o carimbo que garante sua impunidade.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
No fim das contas, todo esse teatro expõe com clareza cristalina como funciona o monstro estatal: leis, inquéritos e acusações não passam de ferramentas manipuláveis para proteger os amigos do rei e moer qualquer um que ameace a hegemonia da casta dominante.
Você ainda acredita que esse sistema podre e monopolista pode ser corrigido por via eleitoral, ou já entendeu que o único caminho para a liberdade é descentralizar e destruir a tirania estatal? Deixe sua opinião provocadora nos comentários, metralhe o botão de curtir, se inscreva no canal e compartilhe esse vídeo. Lembre-se: imposto é roubo e o Estado é uma gangue. Até a próxima!