BRASIL E MUNDO — Abertura

A promiscuidade entre os chefes dos três poderes em Brasília não tem limites. Enquanto o pagador de impostos sustenta o banquete, a elite aristocrática estatal se reúne às escondidas para salvar a própria pele.

Um jantar secreto entre Lula, Alexandre de Moraes e Davi Alcolumbre teve um objetivo bem claro: orquestrar o abate político do ministro André Mendonça. O sistema simplesmente não tolera quem foge da cartilha da impunidade.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Se você ainda acredita no conto de fadas da 'separação dos poderes', acorda. O chefe do Executivo, o presidente do Congresso e o então presidente do STF se trancaram na casa do Moraes para conspirar. Isso não é uma república, é um cartel. E a pauta principal da noite, vazada pelo próprio porta-voz do sistema, Lauro Jardim, era encontrar uma forma de fragilizar o relator dos escândalos do Banco Master e do INSS.

Por que o pavor da parasitagem de Brasília em relação ao André Mendonça? Porque ele cometeu o crime imperdoável no setor público: agir de forma técnica. Desde que as grandes investigações foram desmanteladas no STF por ministros como Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes, a regra do jogo passou a ser anular processos, soltar corruptos e devolver dinheiro surrupiado do pagador de impostos. Só que os casos do Banco Master e do INSS atingem diretamente essa turma.

O plano da burocracia contra o Mendonça é o velho manual de sobrevivência da casta. Eles querem transformar o sujeito em um novo Sérgio Moro. O sistema já está caçando vazamentos de dados, monitorando o celular do ministro ou procurando qualquer brecha técnica para alegar nulidade processual. O objetivo final é criar um pretexto jurídico conveniente para melar as investigações e mandar tudo para a gaveta do esquecimento.

E por que o Lula está tão desesperado? Porque o fator Lulinha e a lama do escândalo do INSS estão sangrando a imagem do governo. A imprensa estatal e os institutos de pesquisa tentam vender a narrativa de que nada disso afeta a popularidade do chefe do regime, mas os gabinetes de Brasília estão em pânico. Eles sabem que a rejeição popular está subindo e o estrago é real.

É claro que a máquina estatal vai torrar montanhas do seu dinheiro em impostos, comprando apoio, torrando orçamento e financiando cabos eleitorais para inflar a candidatura do governo. Só que essa engenharia social via máquina pública tem um limite numérico. Se a diferença de rejeição for muito grande, o montante gastável do Estado não consegue comprar votos suficientes para virar o jogo nas urnas. É exatamente esse o pavor dos parasitas.

O grupo que domina os tribunais superiores percebeu que perdeu o controle sobre um dos eixos da apuração. Quando o leviatã estatal se sente encurralado, ele não mede esforços, não respeita ritos e atropela qualquer regra do próprio teatro institucional para blindar seus aliados e manter o monopólio da impunidade.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

No fim das contas, o que vemos em Brasília é a pura essência do monopólio da coerção: os donos do poder se unindo em banquetes privados para destruir qualquer um que ameace os privilégios da quadrilha estatal. Imposto é roubo, o Estado é uma gangue e eles farão de tudo para você continuar pagando a conta.

Você acha que o sistema vai conseguir anular essas investigações ou o estrago no governo é irreversível? Deixe seu comentário, se inscreva no canal e até a próxima.