BRASIL E MUNDO — Abertura
O leviatã estatal brasileiro nunca se contenta em apenas extorquir o pagador de impostos com a sua máquina ineficiente de roubo institucionalizado. Não. Ele precisa arrastar cada indivíduo que produz riqueza neste país para o abismo da geopolítica global. O palácio do planalto resolveu brincar de tirano internacional, arrumando briga com os Estados Unidos e marchando alegremente rumo ao isolamento diplomático e econômico.
Lula acha lindo bater no peito para desafiar potências ocidentais. Reagiu com bravata ao cancelamento de vistos de diplomata e agora bloqueia representantes americanos de virem ao Brasil. Tudo isso por conta da neurose estatal de proteger o monopólio das urnas do TSE contra qualquer questionamento.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Pense comigo: qual o pavor burocrático de permitir que diplomatas americanos acompanhem e questionem o processo eleitoral? O questionamento de autoridades e processos é o pilar da transparência individual. Mas o Estado odeia ser questionado. Em vez de responder às dúvidas e demonstrar clareza, a máquina pública prefere escalar o conflito, expor o país a sanções e se comportar como uma republiqueta autoritária.
O pano de fundo disso é a velha mentalidade dos socialistas de cabeça branca da América Latina. Essa gente nunca abandonou o fetiche de transformar o Brasil em uma nova Cuba. Na cabeça alucinada dessa patota burocrática, a ilha caribenha é um modelo de sucesso. Eles culpam o chamado 'embargo americano' pela miséria cubana, mas escondem o fato de que a pobreza extrema daquele povo foi criada pelo próprio Estado totalitário que resolveu declarar guerra ao livre mercado e à propriedade privada.
Olhe ao redor e veja onde a arrogância estatal nos colocou. Lula está completamente isolado. Ele perdeu a Europa, perdeu a América do Norte e perdeu até os parceiros da América Latina. Nem mesmo companheiros de ideologia esquerdista como Boric no Chile ou Petro na Colômbia prestam mais apoio a essa figura. Sem relevância internacional e rejeitado pelas democracias ocidentais, o governo brasileiro corre desesperado para o colo das tiranias mais truculentas do planeta.
Primeiro, Lula tentou dobrar os joelhos para Xi Jinping na China e levou um belo sermão diplomático, saindo de mãos abanando. Sem opção, foi chorar as pitangas no telefone com o seu 'amigo Putin'. Sim, o chefe do executivo brasileiro chama de amigo o tirano de Moscou — um criminoso de guerra que destrói vidas, confisca a riqueza do seu próprio povo e condena gerações de russos a pagar o custo brutal de um conflito insensato contra a Ucrânia.
A semelhança de incentivos perversos entre os dois é cristalina. Vladimir Putin não se importa com a devastação do povo russo; ele busca apenas glória política e a manutenção do seu monopólio da violência. Da mesma forma, a cúpula do governo brasileiro ignora os custos devastadores das sanções econômicas para o pagador de impostos. Eles acham que peitar os americanos e posar de 'nacionalistas antirregime' vai render votos nas próximas eleições. É a perversidade política no seu grau máximo: o governante fatura politicamente enquanto o indivíduo comum paga a conta da inflação e do desabastecimento.
Estamos vendo um cenário de pré-terceira guerra mundial se desenhar. De um lado, regimes autocráticos e centralizadores como Rússia e Irã. Do outro, o bloco ocidental. E para onde o tirano do planalto está levando o Brasil? Exatamente para o lado errado da história, alinhando a população brasileira aos regimes que mais odeiam a liberdade individual e o mercado livre. Isso vai resultar em uma tragédia de proporções federais para a nossa economia.
Lembre-se: imposto é roubo, a burocracia é uma quadrilha e o Estado é uma ilusão que custa a sua liberdade. Quando essa corja de políticos decide brincar de diplomacia antiamericana, quem sofre não é o burocrata engravatado no seu gabinete blindado. Quem sofre é o pagador de impostos, que vai ver o capital fugir do país, os investimentos sumirem e o poder de compra derreter diante do isolamento comercial.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
Se a sociedade civil não reagir e continuar aceitando passivamente a tutela de um governo que flerta abertamente com o autoritarismo e a miséria planejada, o destino do Brasil será o mesmo de Cuba e da Venezuela: ruína econômica, desabastecimento e coerção irrestrita.
Rejeite a tutela estatal, defenda a sua liberdade individual e não caia na conversa mole de burocratas. A única salvação para o indivíduo é a descentralização e o fim dessa dependência vergonhosa do leviatã.