BRASIL E MUNDO — Abertura
Uma mulher que se intitula 'feiticeira dos políticos' gastou cem mil reais do próprio bolso para erguer uma estátua do diabo de onze metros de altura no Ceará. E adivinha? A maior aberração dessa história toda nem é a escultura no meio do sítio.
O verdadeiro show de horrores é ver como o monopólio estatal enfia o nariz na propriedade privada dos outros, enquanto a classe política corre atrás de qualquer expediente bizarro para se manter pendurada no poder.
BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento
Vamos aos fatos diretos, sem enrolação. Lá em Taíba, no litoral cearense, essa líder da kimbanda resolveu erguer a tal estátua dentro do seu próprio terreno. O dinheiro saiu integralmente do bolso dela — cem mil reais fruto do trabalho que ela realiza, inclusive atendendo políticos. Se a estátua é feia, bonita, ou se o culto é exótico, isso pouco importa. Do ponto de vista da liberdade individual e da propriedade privada, cada um faz o que bem ententende no seu terreno, desde que não viole a propriedade dos outros.
A propriedade privada deveria ser sagrada e inviolável. Se você comprou a sua terra com dinheiro honesto e quer construir um monumento ao diabo, a um duende ou a uma melancia gigantesca, o problema é estritamente seu. Ninguém é obrigado a entrar no sítio, ninguém é obrigado a admirar a obra e ninguém tem o direito de invadir ou vandalizar a propriedade alheia. O respeito à propriedade do outro é a base da civilização.
Mas aí entra a piada pronta do sistema estatal. Para erguer um monte de pedra e cimento dentro da própria terra, a mulher teve que ir atrás de todas as licenças cabíveis na Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. Olha a estupidez da burocracia estatal! Você paga pelo terreno, gasta seu dinheiro que já foi espoliado por impostos e ainda precisa pedir autorização para um burocrata de gabinete carimbar um papel permitindo que você construa no que é seu. Isso é um absurdo. Ninguém deveria pedir licença ao Estado para exercer a liberdade na sua própria casa.
E a melhor parte da notícia é o marketing da mulher: ela se apresenta como a 'feiticeira dos políticos'. Ela afirma abertamente que ganha muito dinheiro atendendo candidatos e autoridades que querem ganhar eleições. Sinceramente, isso faz todo o sentido do mundo! Os políticos passam o mandato inteiro extorquindo a população via impostos, criando leis coercitivas e destruindo a economia. Esperar que alguma força do bem ajude essa gente seria ilusão. Faz todo sentido eles buscarem as trevas para garantir mais quatro anos de mamata estatal!
O mercado eleitoral é o ápice do desespero pelo poder. Para garantir um cargo público e continuar parasitando a sociedade, o sujeito faz qualquer negócio. Eles gastam fortunas do fundo partidário — que é dinheiro roubado do seu bolso via imposto — e apelam para qualquer ritual. É a união perfeita: parasitas estatais buscando auxílio para manter o monopólio da violência sobre o indivíduo.
Outro Ponto interessante que a matéria toca é a questão tributária. A reportagem questiona se a prática é reconhecida como religião para fins de isenção. No Brasil, o Estado decide arbitrariamente quem paga ou não paga impostos. Mas sejamos claros: imposto é roubo em qualquer circunstância! Se um templo ou igreja não paga imposto, isso não deveria ser um privilégio dado pelo governo, deveria ser a regra para absolutamente todos os cidadãos. Ninguém deveria ter a sua renda extorquida pela quadrilha estatal.
Além de tudo, a mulher ainda faz doações voluntárias de toneladas de carne e centenas de brinquedos para a comunidade. Gostem ou não da fé dela, a caridade privada e voluntária entrega resultados infinitamente mais reais do que qualquer programa assistencialista de governo. O Estado arrecada bilhões à força, perde metade no caminho da corrupção e entrega migalhas. A iniciativa privada, mesmo em rituais exóticos, faz com o próprio dinheiro o que o Estado jamais fará.
BRASIL E MUNDO — Fechamento
No fim das contas, a lição é cristalina. A estátua de onze metros no Ceará não ameaça a sua liberdade em nada. O que ameaça a sua vida, a sua propriedade e a sua carteira todos os dias é a bancada de políticos que pede licença na prefeitura de dia e faz qualquer negócio pelo poder de noite. Se você quer se livrar do verdadeiro mal, pare de idolatrar o Estado e questione a burocracia que te escraviza.
Defenda a propriedade privada, repudie a coerção estatal e lembre-se: o único parasita que de fato destrói o seu futuro é o leão da Receita Federal. Fui!