BRASIL E MUNDO — Abertura

A estatal do judiciário ataca novamente ou a burocracia das corporações resolveu dar uma mãozinha pro leviatã de Brasília? O perfil do deputado Nikolas Ferreira no Instagram simplesmente evaporou sem deixar vestígios nas vésperas da campanha eleitoral.

São vinte e dois milhões de seguidores encarando uma tela completamente zerada do dia para a noite. Se foi ordem secreta do Olimpo judicial ou chilique do algoritmo, uma coisa é cristalina: a engrenagem estatal adora o silêncio forçado da oposição.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos aos fatos diretos, sem enrolação. Desde a noite de sexta-feira, dia 15 de agosto, a página do parlamentar no Instagram está limpa. A foto de perfil sumiu, as publicações desapareceram e o número gigante de vinte e dois milhões de seguidores continua lá, vendo o nada. Até agora, nenhum pronunciamento oficial foi feito. E adivinha a razão? A tirania estatal opera exatamente na base da canetada sigilosa, na calada da noite, empacotando mordaças sob a desculpa de regulação e processo eleitoral.

A suspeita sobre o Supremo Tribunal de Exceção e a figura do Alexandre de Moraes não surge do nada. Quando o Estado resolve intervir no fluxo de informação, ele jamais avisa com antecedência. E o histórico não mente. Todos lembram de 2022, quando o mesmo Alexandre de Moraes tesourou a conta do parlamentar logo após o pleito. Naquela ocasião, ele precisou recorrer a um perfil reserva — o 'Nikolas Ferreira BR' —, que acumulou cinco milhões de pessoas buscando escapar da interferência arbitrária do governo.

A sincronicidade do sumiço do perfil com o pontapé inicial da campanha eleitoral é extremamente conveniente para o sistema. O Instagram não é apenas uma rede de fotos casuais; no contexto do alcance massivo, é uma ferramenta que atropela o monopólio da mídia tradicional. Um único vídeo do deputado em 2025 alcançou o número surreal de trezentos milhões de visualizações. Outro conteúdo, publicado em maio sobre as fraudes no INSS — aquele esquema de pilhagem estatal travestido de previdência —, bateu cem milhões de reproduções.

Percebe o desespero da burocracia de Brasília? O leviatã morre de medo de números assim. O PT, o Janones e a cúpula do judiciário tremem diante de qualquer indivíduo capaz de furar a bolha sem pedir licença aos parasitas de colarinho branco. O X é excelente para o debate político feroz, mas o Instagram é a praça pública de alcance popular. Retirar essa ferramenta do ar no exato momento em que os candidatos começam a pedir votos é o sonho de consumo de qualquer burocrata que odeia a concorrência.

E o método é diabólico. As ordens de censura que saem dos gabinetes de Brasília frequentemente trazem cláusulas de segredo absoluto. Elas proíbem a própria rede social de explicar ao público e ao usuário que o perfil sofreu uma intervenção judicial. É o império da coerção pura: a vítima acorda, descobre que teve a sua voz deletada pelo monopólio da força e nem sequer pode avisar aos seus seguidores o motivo pelo qual foi silenciada.

Mesmo que no fim das contas se descubra um eventual erro técnico da plataforma, a mera vulnerabilidade do indivíduo perante essas estruturas centralizadas evidencia o problema. O incentivo perverso dos burocratas estatais é sempre controlar, proibir e calar quem ameaça o status quo. A máquina pública usa o dinheiro arrecadado via impostos para blindar seus protegidos, enquanto a força coercitiva da caneta é usada para desequilibrar o jogo contra quem atrai audiência orgânica.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Se você acha que a mordaça vai parar nos políticos de grande alcance ou que o monopólio da violência se satisfaz calando apenas alguns alvos, você ainda não entendeu nada sobre a natureza do Estado. A burocracia não tolera a liberdade do indivíduo.

O arbítrio de hoje contra os outros é o modelo para fechar a sua boca amanhã. Deixe o seu like, se inscreva no canal e espalhe a verdade enquanto os parasitas ainda não decidiram desligar a sua conexão. Atribuição à fonte original: Pleno.News.