BRASIL E MUNDO — Abertura

Toda eleição no teatro estatal é a mesma palhaçada: institutos financiados pra moldar a opinião pública tentam criar uma realidade paralela, mas até a estatística aparelhada tem limites quando a farsa do governo começa a ruir diante dos fatos.

A pesquisa Quaest tentou de tudo pra passar pano pro regime, mas os números não conseguem mais esconder o óbvio: a popularidade do chefe da quadrilha estatal tá derretendo e a narrativa oficialista entrou em colapso.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Pra entender o tamanho da piada, a gente precisa lembrar do histórico desse instituto dito 'científico'. No primeiro turno de 2022, a Quaest cravou que o candidato do regime tinha 46% das intenções de voto contra 33% do opositor. Quando as urnas abriram, o resultado real foi 48% a 43%. Ou seja, erraram a pontuação da oposição por dez pontos percentuais. Dez pontos de distorção pra inflar a falsa impressão de vitória inevitável do sistema. Se a margem de erro deles no mundo real é essa aberração, imagina o desespero nos bastidores quando o próprio instituto camarada é obrigado a admitir que a distância no segundo turno despencou pra apenas cinco pontos.

Nessa 28ª rodada da pesquisa, realizada com duas mil pessoas, o cenário de segundo turno mostra o atual governante caindo pra 44% enquanto Flávio Bolsonaro subiu pra 39%. A militância estatal tentou desesperadamente rotular esse movimento como 'mera flutuação estatística', mas a tendência de queda do tirano de plantão é clara. A diferença que antes era uma montanha intocável agora tá na margem de colapso do discurso governista.

E tem um detalhe fundamental que expõe ainda mais a fragilidade do regime: o levantamento foi feito entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. Sabe o que isso significa? Significa que essa pesquisa sequer capturou o impacto do retorno do escândalo do Lulinha ao noticiário. O estrago do escândalo familiar nem entrou no cálculo ainda e a aprovação do líder da gastança estatal já tá indo pro ralo. Quando o fator Lulinha pesar nas próximas medições, o tombo vai ser ainda maior.

Na intenção de voto estimulada pro primeiro turno, o derretimento do sistema fica cristalino. O atual presidente caiu de 40% pra 39%, enquanto Flávio subiu de 28% pra 30%. Mas a matemática que o establishment tenta esconder é a seguinte: se você somar os 30% do Flávio com os 13% distribuídos entre os outros candidatos da disputa, o bloco de oposição soma 43%. Isso é significativamente maior do que os 39% do governante. A conclusão é direta e matemática: o chefe do executivo não tem a menor chance de ganhar no primeiro turno, por mais que a máquina de propaganda estatal trabalhe dia e noite.

A reação do eleitorado também reflete acontecimentos políticos que a grande mídia tenta minar. A subida do Flávio ocorre logo após o impacto da convenção do PL e da sinalização de paz política com Michelle Bolsonaro. Enquanto o lado de cá organiza sua base, o lado de lá vê os indecisos diminuírem à medida que a população percebe que o modelo de extorsão via impostos e gastança desenfreada não entrega nada além de escândalos e carestia.

O uso de pesquisas pelo parasitismo estatal serve como ferramenta de engenharia social pra induzir o rebanho ao conformismo. Eles vendem a ideia de que o Estado é forte, que o candidato da burocracia é invencível e que a população deve apenas aceitar o destino traçado pelos iluminados de Brasília. Só que o indivíduo sente o custo de vida no bolso e percebe que a máquina pública só existe pra enriquecer burocratas e seus aliados.

Não existe ilusionismo estatístico que dure pra sempre quando a realidade bate à porta. A Quaest pode tentar suavizar os dados o quanto quiser, mas o fato de a distância ter encolhido pro menor nível desde o escândalo Vorcaro expõe o esgotamento do modelo estatista. O eleitor tá percebendo que o rei tá nu e que a narrativa oficial não sustenta mais o peso do próprio fracasso.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

No final das contas, o teatro eleitoral é só a disputa de gangues pra decidir quem vai controlar o monopólio da violência e roubar o seu dinheiro sob o pretexto do imposto. Mas ver a máquina de propaganda do regime entrar em parafuso quando as próprias pesquisas amestradas mostram a queda do sistema é uma demonstração pedagógica de que o poder do Estado é uma ilusão que depende da nossa obediência.

Não se deixem enganar pela maquiagem dos burocratas. Cuidem do seu patrimônio, duvidem do discurso oficial e lembrem-se sempre: imposto é roubo e o Estado é uma gangue. Até a próxima.