BRASIL E MUNDO — Abertura

O Teatro das Lagostas ataca novamente! Sejam bem-vindos ao Brasil, o país onde a lei não passa de um chicote para os inimigos do regime e um tapete vermelho para os amigos do rei. A imprensa e a burocracia estatal agora protagonizam um espetáculo grotesco de cinismo: a corrida desesperada para salvar o filho do chefe e jogar o caso do Lulinha para a primeira instância da Justiça.

A desculpa esfarrapada da vez? Respeitar o devido processo legal e o duplo grau de jurisdição. É mole? De repente, os mesmos burocratas togados que rasgaram garantias individuais durante anos descobriram a constituição no armário. Mas não se engane: o Estado não passou a respeitar a sua liberdade; ele só está protegendo a própria quadrilha.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos direto ao ponto. Em um sistema de livre mercado e justiça privada, a arbitragem depende de reputação e de múltiplas instâncias independentes. O STF jamais deveria conduzir investigação criminal originária. Quando a corte suprema de um país vira delegacia de polícia e tribunal ao mesmo tempo, não existe instância recursal. Se o burocrata de toga acorda de mau humor ou quer perseguir um desafeto, o cidadão está liquidado, sem a quem recorrer. É o monopólio estatal da violência em sua forma mais escancarada.

Mas repare na seletividade cirúrgica desse monopólio. Quando a máquina estatal mirou em adversários políticos, como no caso do ex-presidente Bolsonaro, a tal garantia do juízo natural foi sumariamente triturada. O tribunal supremo avocou processos, investigou, julgou e puniu sem qualquer constrangimento. Contra o inimigo do sistema, vale tudo. A coerção estatal é aplicada em potência máxima, atropelando ritos e garantias que eles mesmos escreveram.

Agora, quando o escândalo bate à porta da família presidencial, a música muda de tom. Até mesmo jornalões como Estadão e O Globo já jogaram a toalha. Ficou indefensável. Os editoriais deixam claro: não resta a menor dúvida de que Lulinha usou o sobrenome e o peso da estrutura estatal para fechar negócios sob suspeita de corrupção. Há evidências apontando tráfico de influência, circulação de malas de dinheiro e facilitação de contratos em órgãos públicos como DataPrev, Ministério da Saúde e o combalido INSS.

Tudo isso articulado no entorno de figuras públicas, incluindo pagamentos e liberações de verbas federais direcionadas ao Maranhão, envolvendo personagens como a socialite Roberta Luchsinger e o famigerado Careca do INSS. O esquema operava vendendo facilidades dentro da própria máquina pública. É o aparato estatal promovendo o parasitismo em nível industrial, sugando os pagadores de impostos para abastecer uma rede de favorecimento pessoal.

E qual é a jogada de mestre da burocracia para livrar a pele do garoto? Mudar o processo de tribunal! Mandar o caso para a primeira instância não é um ato de generosidade jurídica; é uma tática fria de protelação. Na primeira instância, a investigação volta ao estaca zero. É preciso recolher provas do início, refazer depoimentos e reabrir prazos intermináveis. É o método infalível da burocracia estatal para empurrar a sujeira para debaixo do tapete.

Além do reinício do processo, a primeira instância abre as portas para uma espiral infinita de recursos burocráticos. O caso vai para o juiz de piso, sobe para o tribunal regional, escala para o STJ e, daqui a vinte anos, retorna ao mesmo STF. O objetivo é óbvio e cristalino: ganhar tempo até que os crimes prescrevam e o processo morra de velhice. É a prescrição planejada pela própria engrenagem da máquina pública, um privilégio que nenhum cidadão comum jamais terá.

Isso prova o que a filosofia libertária sempre afirmou: a justiça gerada sob o monopólio estatal nunca busca a verdade ou a reparação do indivíduo lesado. O braço jurídico do Estado, incluindo a Procuradoria-Geral operada pelo Gonet e os gabinetes do STF, funciona como uma ferramenta de controle de danos da classe política. O tal devido processo legal só é invocado quando serve de escudo para a elite governante e seus familiares.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

O cidadão produtivo trabalha seis meses por ano apenas para sustentar esses ministérios, essas estatais, os salários dos juízes e os esquemas ilícitos que prosperam à sombra do poder. Enquanto você é extorquido diariamente sob a ameaça de coerção se não pagar a tributação escorchante, a elite burocrática usa o próprio sistema judiciário para garantir a impunidade dos seus amiguinhos.

Pare de esperar ética de quem detém o monopólio da violência. O Estado não é a solução, é a causa do problema. Fique atento, questione a autoridade estatal e nunca se esqueça: imposto é roubo, o Estado é uma máfia e o devido processo deles é pura seleção de privilegiados. Se você quer liberdade de verdade, compartilhe esse vídeo e se inscreva no canal. Até a próxima!