BRASIL E MUNDO — Abertura

Começou mais um circo eleitoral no Brasil. A Band realizou a primeira rodada de debates para governador em catorze estados, marcando o início da temporada em que parasitas da política disputam o privilégio de gerenciar a sua vida e tomar o seu dinheiro.

Em São Paulo, o espetáculo teve um vencedor claro: Tarcísio atropelou Haddad sem menor piedade. Deu até pena do poste do PT apanhando no debate do começo ao fim.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

A cena mais emblemática do debate paulista aconteceu quando Haddad tentou ironizar o Tarcísio por consultar um caderninho com dados. A resposta veio na jugular: Tarcísio lembrou que o petista nunca foi chegado à matemática. E convenhamos, a gestão socialista prova exatamente isso. Políticos odeiam números porque a matemática escancara o rombo e a ineficiência brutal do Estado.

Mas a surra não parou na matemática. Tarcísio escancarou o passado ao relembrar o caso da favela do Moinho, antiga central de abastecimento da Cracolândia. Haddad e Lula apareceram em fotos sorridentes ao lado da presidente da associação de moradores, que acabou presa por ligação direta com o tráfico de drogas. É a demonstração clara de como a burocracia estatal e o crime organizado muitas vezes operam lado a lado.

No Rio de Janeiro, o destaque ficou por conta de André Marinho, do Novo, que conseguiu criar atrito com a oligarquia política carioca. Eduardo Paes e a turma do sistema tremeram. Mas veja bem: por mais libertário que o discurso do partido pareça, eles ainda estão disputando espaço dentro da engrenagem estatal. Trocar o operador da máquina não altera a natureza coercitiva do navio pirata.

Já em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país, nem mesmo debate aconteceu. A indefinição das candidaturas adiou o confronto para meados de agosto. As oligarquias locais e burocracias partidárias nem sequer decidiram quem vai disputar o privilégio de extorquir o pagador de impostos mineiro. Uma demonstração clara da completa bagunça do aparato estatal.

Agora, vamos ao ponto central dessa palhaçada: debate de TV muda alguma coisa de fato? A resposta é não. A maioria das pessoas que assiste a esses confrontos engessados já tem candidato definido. É uma plateia de torcedores. O indivíduo produtivo, que acorda cedo para trabalhar e sustentar essa casta parasitária, não perde tempo assistindo a duas horas de promessas vazias.

O formato da transmissão escancara a própria burocracia: blocos cronometrados de dois minutos, confronto direto de vinte minutos e proibição de gestos bruscos. Enquanto na televisão os políticos fingem civilidade sob regras estritas, nas ruas o Estado usa o monopólio da violência de forma bruta para fiscalizar, proibir e roubar o fruto do seu trabalho via tributação.

Teve até momento cômico no estúdio: o candidato petista passou o debate inteiro correndo atrás do rival para tentar aparecer no enquadramento da câmera. Isso resume a essência da política democrática: uma busca desesperada por holofotes e aparências, enquanto a liberdade individual e o respeito à propriedade privada são jogados no lixo.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

Não se deixe enganar por esse teatro eleitoral. Seja quem for o vencedor no palco da TV, nenhum político vai te dar liberdade. A verdadeira liberdade você conquista descentralizando, empreendendo e dependendo cada vez menos dessa estrutura coercitiva.

Lembre-se sempre: imposto é roubo, o Estado é uma gangue e o debate político é só o circo para distrair o pagador de impostos. Se inscreva no canal, deixe seu like e continue questionando o sistema. Até a próxima!