BRASIL E MUNDO — Abertura

O circo em Brasília está pegando fogo, meu amigo. Quando você vê político sorrindo em foto oficial de palácio, pode ter certeza absoluta de que tem caroço grande nesse balaio. Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre se reuniram no Alvorada com caras lavadas e sorrisos amarelos. Mas não se engane: aquilo ali não é alinhamento republicano nem preocupação com o país, é puro suco de desespero estatal.

A burocracia centralizada está vendo o chão tremer. O verdadeiro arquiteto por trás desse encontro constrangedor atende pelo nome de Alexandre de Moraes. O STF percebeu claramente que a sua oligarquia de estimação corre o risco real de ser varrida nas próximas eleições, e resolveu acionar o botão de emergência para tentar salvar o chefe do Executivo da ruína política.

BRASIL E MUNDO — Desenvolvimento

Vamos colocar os fatos na mesa sem o filtro maquiado da imprensa tradicional. Esses três sujeitos se odeiam visceralmente. Alcolumbre e Hugo Motta passaram o mandato inteiro bajulando o governo para garantir verbas e manter o controle sobre as suas pequenas capitanias hereditárias. Só que o eleitor cansou desse teatro estúpido. O Alcolumbre sabe perfeitamente que se a direita formar uma maioria confortável no Senado, o reinado dele no Amapá e a sua chance de presidir a Casa evaporam para sempre.

Do outro lado, o próprio Hugo Motta está assustado. O PP já percebeu a rejeição estrondosa das bases e sabe que a reeleição dele está sob risco real. Sem mandato de deputado, adeus sonho de presidir a Câmara na próxima legislatura. Eles costumavam operar na antiga era da política brasileira, onde o parasita gastava dinheiro público, comprava o curral eleitoral e voltava ileso para o poder. A descentralização da informação acabou com esse banquete sossegado.

E por que o Congresso travou as pautas em primeiro lugar? Porque outro ministro do Supremo, Flávio Dino, simplesmente segurou as emendas parlamentares de todo mundo, travando senadores e deputados. O estamento burocrático brigou entre si pelo espólio do dinheiro roubado do contribuinte. Agora, encurralados pelo medo de perderem o monopólio da violência e a teta estatal, correm para fechar um acordo de cumplicidade.

E qual é o grande trunfo que resolveram vender ao público como pauta estratégica urgente? A famosa medida provisória sobre a taxa das blusinhas. Veja a canalhice do estelionato eleitoral promovido pelo Estado. O próprio governo Lula criou três camadas de impostos sobre as compras internacionais dos cidadãos. Agora, às vésperas de perder a validade em oito de setembro, eles suspendem temporariamente uma fração da cobrança de vinte por cento para fingir benevolência em ano eleitoral.

Isso é uma piada de mau gosto. O parasita estatal cria o problema, extorque a sua liberdade de comprar onde quiser, depois devolve uma fatia minúscula do seu próprio dinheiro e espera ser aplaudido como salvador da pátria. Se a MP não passar na comissão mista até o prazo limite, a alíquota volta a garfar o bolso do consumidor. E não se iluda: mesmo que passe agora, a própria reforma tributária desse governo já deixou o gatilho armado para socar impostos em tudo no ano que vem.

Enquanto isso, nos bastidores da comissão de constituição e justiça do Senado, o relator Omar Aziz tenta empurrar relatórios sobre a escala seis por um. O Estado insiste em se meter nas relações de trabalho privadas, achando que pode canetear a economia e decretar prosperidade por meio de papel assinado. Eles não entendem nada de livre mercado e criação de riqueza; só entendem de controle social e arrecadação compulsória.

BRASIL E MUNDO — Fechamento

A verdade nua e crua é que não existe harmonia entre poderes quando a única motivação é a autopreservação da elite política. O imposto continua sendo roubo, a burocracia continua sendo um fardo parasita sobre as suas costas, e nenhum pacto firmado a portas fechadas no Palácio do Alvorada vai mudar o fato de que o sistema está em pânico absoluto.

Se você quer continuar enxergando por trás do teatro estatal e entende que a liberdade individual é a única saída contra a coerção de Brasília, se inscreva no canal, deixe o seu like e compartilhe este vídeo. A gente se vê na próxima.